Tocantins dá mais um grande passo no agronegócio brasileiro, a partir de ago
ra está unificado sanitariamente. A extinta Zona Tampão foi considerada pela OIE - Organização Mundial de Saúde Animal – livre de febre aftosa com vacinação. O anúncio foi feito na última quinta-feira, 26 , durante a 79ª Assembléia Geral de Delegados da OIE, em Paris. Isto significa o reconhecimento de um Sistema de Defesa Sanitária Animal consolidado.   A área já era considerada nacionalmente livre da doença desde o dia 28 de dezembro de 2010 , mas faltava a garantia internacional. Com a decisão, aumenta a comercialização do rebanho e conseqüentemente gera preços competitivos. “Este era um momento muito aguardado pelo agronegócio do Tocantins, a partir de agora temos um só status sanitário livre de febre aftosa com vacinação”, declarou o presidente da Adapec, Geraldino Ferreira Paz.   “Esta é uma ótima notícia e importante para a valorização do nosso gado, que era negociado com “ gambireiros”, mesmo sabendo que os animais eram saudáveis e cumprindo todas as determinações da Adapec”, declarou emocionado o criador de gado no município de Goiatins, José de Carvalho.   De acordo com o diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade Animal da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, mesmo com o reconhecimento nacional desta área feito no final do ano passado, o preço da arroba do boi quase dobrou em alguns municípios e a comercialização deu um salto. “ Agora, esperamos mais crescimento econômico que irá beneficiar toda a cadeia produtiva”, revela lembrando que antigamente os animais tinham que passar por sorologia, custeada pelos produtores rurais, além da quarentena.   Rocha cita ainda que o reconhecimento internacional é resultado de 11 anos de trabalho, com intensificação da fiscalização de trânsito de animais nas barreiras fixas e volantes. Além disso, parcerias com o governo do Estado e o governo Federal, por meio da SFA – Superintendência Federal da Agricultura.   Além do Tocantins, a OIE também reconheceu internaci

Brasil sem Miséria quer retirar 16 milhões da extrema pobreza até 2014



O Plano Brasil sem Miséria, que a presidente Dilma Rousseff lança hoje, após seis meses no cargo, tem como uma das principais metas retirar 16 milhões de pessoas da extrema pobreza até 2014. A elevação da renda familiar per capita das famílias que vivem com até R$ 70 por mês, a ampliação do acesso aos serviços públicos, às ações de cidadania e às oportunidades geradas por políticas e projetos públicos são outros objetivos.


O programa será apresentado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e pela secretária extraordinária de Erradicação da Pobreza, Ana Fonseca. O evento contará com a presença de ministros, secretários, parlamentares, governadores, representantes da sociedade civil e de diversas entidades.


Nas últimas semanas, Tereza Campello promoveu encontros com governadores de diversos estados e representantes de movimentos sociais para discutir as ações do plano. Na última reunião, feita ontem, o programa foi apresentado aos parlamentares da base aliada.


O Plano Brasil sem Miséria terá como foco capacitar as pessoas para que possam ter seu próprio sustento. O governo nega que o programa tenha a finalidade de corrigir falhas no Bolsa Família, maior programa de transferência de renda governamental, iniciado na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


O Cadastro Único, que contém as informações sobre 20 milhões de famílias brasileiras beneficiadas por programas sociais, será a principal ferramenta do plano. De acordo com a ministra, o cadastro único não é apenas do Programa Bolsa Família: com o aprimoramento do sistema, ele tornou-se uma ferramenta de planejamento do governo federal para um conjunto de ações.


Em todo o Brasil, 16,2 milhões de pessoas vivem na miséria, o equivalente a 8,5 % da população. A maioria dos brasileiros em situação de extrema pobreza é negra ou parda. Além disso, o Maranhão, o Piauí e Alagoas são os estados com os maiores percentuais de pessoas em situação de extrema pobreza.


Na Região Nordeste estão quase 60% dos extremamente pobres (9,61 milhões de pessoas). Em seguida, vem o Sudeste, com 2,7 milhões. O Norte tem 2,65 milhões de miseráveis, enquanto o Sul registra 715 mil. O Centro-oeste contabiliza 557 mil pessoas em situação de extrema pobreza.


Entre os extremamente pobres, 46,7% vivem no campo, que responde por apenas 15,6% da população brasileira. De cada quatro moradores da zona rural, um encontra-se na miséria. As cidades, onde moram 84,4% da população total, concentram 53,3% dos miseráveis.A miséria atinge mulheres e homens da mesma forma: 50,5% contra 49,5% respectivamente. No entanto, na área urbana, a presença de mulheres que vivem em condições extremas de pobreza é maior, enquanto os homens são maioria no campo.


Além da renda baixa, a parcela da população em extrema pobreza não tem acesso a serviços públicos, como água encanada, coleta de esgoto e energia elétrica. Estima-se, por exemplo, que mais de 300 mil casas não estão ligadas à rede de energia elétrica.

































Quando tiveres uma lágrima de tristeza,parte-a ao meio, dá-me metade e chorarei contigo. Quando eu tiver um sorriso de alegria dou-te inteiro so para te ver feliz!

Menu Atas

Comment

Destaque

banner

Join with us!

Marcadores

Entri yang Diunggulkan

Justiça determina que Município de Buriticupu atualize dados da Covid-19

Prefeito:Z Gomes. Atendendo a pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou, em 11 de junho, que o Município de Buri...

Formulir Kontak

Nome

E-mail *

Mensagem *

Free and premium blogger templates

Iklan

Tổng số lượt xem trang

NotíciasLihat lainnya

Cari Blog Ini

NotíciasLihat lainnya

  Tocantins dá mais um grande passo no agronegócio brasileiro, a partir de ago
ra está unificado sanitariamente. A extinta Zona Tampão foi considerada pela OIE - Organização Mundial de Saúde Animal – livre de febre aftosa com vacinação. O anúncio foi feito na última quinta-feira, 26 , durante a 79ª Assembléia Geral de Delegados da OIE, em Paris. Isto significa o reconhecimento de um Sistema de Defesa Sanitária Animal consolidado.   A área já era considerada nacionalmente livre da doença desde o dia 28 de dezembro de 2010 , mas faltava a garantia internacional. Com a decisão, aumenta a comercialização do rebanho e conseqüentemente gera preços competitivos. “Este era um momento muito aguardado pelo agronegócio do Tocantins, a partir de agora temos um só status sanitário livre de febre aftosa com vacinação”, declarou o presidente da Adapec, Geraldino Ferreira Paz.   “Esta é uma ótima notícia e importante para a valorização do nosso gado, que era negociado com “ gambireiros”, mesmo sabendo que os animais eram saudáveis e cumprindo todas as determinações da Adapec”, declarou emocionado o criador de gado no município de Goiatins, José de Carvalho.   De acordo com o diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade Animal da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, mesmo com o reconhecimento nacional desta área feito no final do ano passado, o preço da arroba do boi quase dobrou em alguns municípios e a comercialização deu um salto. “ Agora, esperamos mais crescimento econômico que irá beneficiar toda a cadeia produtiva”, revela lembrando que antigamente os animais tinham que passar por sorologia, custeada pelos produtores rurais, além da quarentena.   Rocha cita ainda que o reconhecimento internacional é resultado de 11 anos de trabalho, com intensificação da fiscalização de trânsito de animais nas barreiras fixas e volantes. Além disso, parcerias com o governo do Estado e o governo Federal, por meio da SFA – Superintendência Federal da Agricultura.   Além do Tocantins, a OIE também reconheceu internaci

Brasil sem miséria.

Brasil sem Miséria quer retirar 16 milhões da extrema pobreza até 2014



O Plano Brasil sem Miséria, que a presidente Dilma Rousseff lança hoje, após seis meses no cargo, tem como uma das principais metas retirar 16 milhões de pessoas da extrema pobreza até 2014. A elevação da renda familiar per capita das famílias que vivem com até R$ 70 por mês, a ampliação do acesso aos serviços públicos, às ações de cidadania e às oportunidades geradas por políticas e projetos públicos são outros objetivos.


O programa será apresentado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e pela secretária extraordinária de Erradicação da Pobreza, Ana Fonseca. O evento contará com a presença de ministros, secretários, parlamentares, governadores, representantes da sociedade civil e de diversas entidades.


Nas últimas semanas, Tereza Campello promoveu encontros com governadores de diversos estados e representantes de movimentos sociais para discutir as ações do plano. Na última reunião, feita ontem, o programa foi apresentado aos parlamentares da base aliada.


O Plano Brasil sem Miséria terá como foco capacitar as pessoas para que possam ter seu próprio sustento. O governo nega que o programa tenha a finalidade de corrigir falhas no Bolsa Família, maior programa de transferência de renda governamental, iniciado na gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


O Cadastro Único, que contém as informações sobre 20 milhões de famílias brasileiras beneficiadas por programas sociais, será a principal ferramenta do plano. De acordo com a ministra, o cadastro único não é apenas do Programa Bolsa Família: com o aprimoramento do sistema, ele tornou-se uma ferramenta de planejamento do governo federal para um conjunto de ações.


Em todo o Brasil, 16,2 milhões de pessoas vivem na miséria, o equivalente a 8,5 % da população. A maioria dos brasileiros em situação de extrema pobreza é negra ou parda. Além disso, o Maranhão, o Piauí e Alagoas são os estados com os maiores percentuais de pessoas em situação de extrema pobreza.


Na Região Nordeste estão quase 60% dos extremamente pobres (9,61 milhões de pessoas). Em seguida, vem o Sudeste, com 2,7 milhões. O Norte tem 2,65 milhões de miseráveis, enquanto o Sul registra 715 mil. O Centro-oeste contabiliza 557 mil pessoas em situação de extrema pobreza.


Entre os extremamente pobres, 46,7% vivem no campo, que responde por apenas 15,6% da população brasileira. De cada quatro moradores da zona rural, um encontra-se na miséria. As cidades, onde moram 84,4% da população total, concentram 53,3% dos miseráveis.A miséria atinge mulheres e homens da mesma forma: 50,5% contra 49,5% respectivamente. No entanto, na área urbana, a presença de mulheres que vivem em condições extremas de pobreza é maior, enquanto os homens são maioria no campo.


Além da renda baixa, a parcela da população em extrema pobreza não tem acesso a serviços públicos, como água encanada, coleta de esgoto e energia elétrica. Estima-se, por exemplo, que mais de 300 mil casas não estão ligadas à rede de energia elétrica.

Fotos De Agno Silva

































Légítimo

Quando tiveres uma lágrima de tristeza,parte-a ao meio, dá-me metade e chorarei contigo. Quando eu tiver um sorriso de alegria dou-te inteiro so para te ver feliz!

geralLihat lainnya

NotíciasLihat lainnya

geralLihat lainnya

Related Post

NotíciasLihat lainnya

Political News

geralLihat lainnya

Our Brochure

3.5 mb, PDF
2.3 mb, PDF

Advertise Here

Advertise Here

Suport

Get in touch with contact and get a quote form.

Monday-Friday: 9am to 5pm

Saturday: 10am to 2pm

Sunday: Closed

banner

Economy

DAILY DIGEST

We remain true to the same principles on which our company was founded over a hundred years ago.

Sport

CONTACT INFO

You can always contact with us via email or phone. Get in touch with contact and get a quote form.

1220 Manado Trans Sulawesi, BolTim 38555

0438-123-4567

contact@example.com

FAX: (123) 123-4567

Serives

polio