Ex-esposa do cantor, que faz dupla com Giovani, cobra R$ 90 mil


G1
Foto: Divulgação
Justiça decretou prisão do cantor Gian por falta de pensão alimentícia do filho
A Justiça de Barueri, na Grande São Paulo, decretou nesta semana a prisão do cantor Gian, da dupla sertaneja Gian e Giovani, por falta de pagamento de pensão alimentícia para o filho adolescente que ele tem com a ex-mulher. A decisão judicial determina que Aparecido dos Reis Morais, o Gian, fique preso por 30 dias pelo descumprimento.
A autônoma Maria Cláudia de Medeiros Alonso, que foi casada com o artista, cobra cerca de R$ 90 mil dele. O valor é equivalente a aproximadamente R$ 10 mil mensais, que deveriam ter sido pagos desde dezembro.
A defesa do sertanejo afirmou ao G1 que Gian ainda não havia quitado a dívida porque passa por dificuldades financeiras, mas que irá saldá-la até a tarde desta quinta-feira (6) para que o mandado de prisão contra ele seja revogado. Segundo o seu advogado, Aparecido Hernani Ferreira, o paradeiro do cantor não será revelado por questões de segurança e que ele não iria falar com a reportagem.
“Meu cliente não tem renda mensal e ela varia da quantidade de shows que ele faz. Ele está passando por dificuldades financeiras. Ele está lutando para sobreviver como as outras duplas sertanejas”, disse o advogado Hernani Ferreira.
“O que ele pode pagar ao filho de 14 anos são R$ 3 mil mensais e não R$ 10 mil como a ex-mulher dele quer. Quero deixar claro que ele tem pagado a pensão para o filho, mas com aquilo que ele pode, que varia entre R$ 1 mil a R$ 3 mil”.
Até as 13h20 desta quinta-feira (6) o mandado de prisão contra Gian não constava no sistema da Polícia Civil, o que significa que ele ainda não poderia ser preso. Apesar disso, o advogado de Maria Cláudia, Azis José Elias Filho, afirmou à equipe de reportagem que irá nesta tarde a Vara Cível do Fórum de Barueri para pegar o documento e entregá-lo numa delegacia da cidade para que a decisão seja cumprida.
“Minha cliente entrou com uma ação de execução de alimentos onde a ex-mulher e seu filho estão pedindo o pagamento de pensão atrasada. A situação é de um pai que deve pensão ao filho e não honrou o compromisso. Pela lei, o processo tem duas alternativas: ou se cumpre ou é determinada a prisão. Como o pagamento não foi feito, a Justiça decretou a prisão”, disse o advogado Azis Elias Filho.
Atualmente Gian tem outra mulher, uma ex-dançarina de um programa de auditório, com quem tem um filho. “O Gian só tem um imóvel onde mora com a família. E está pagando uma prestação nessa casa em Alphaville, em Barueri. Mas quero dizer que onde ele mora não é um casarão, é mais uma daquelas casinhas do fundão de Alphaville, que vale R$ 200 mil.”
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP) informou que não poderia dar informações sobre o processo que a ex-mulher de Gian move contra ele porque a ação está sob segredo.

Zé Gomes
                                                                                                                     Mansueto
É difícil de acreditar nas pesquisas realizadas ultimamente sobre os candidatos a prefeito de Buriticupu, a disputa estar acirrada em uma pesquisa o Zé Gomes ganha do Mansueto faz outra pesquisa o Mansueto ganha do Zé Gomes, e assim será até o dia 7 de outubro quando será decidido os governantes da nossa cidade, se as eleições fosse hoje o Mansuato venceria a disputa para preito com uma diferença muito grande nos votos. Esta disputa acirrada por estes dois grupos rivais vem mantendo esta rivalidade desde o ano de 1994 quando o município foi emancipado e teve o seu primeiro prefeito (Gildão Medeiros) que governou por 8 anos  e logo em seguida o Antonio Marcos de Oliveira(Primo) que também estar terminado seu mandato de 8 anos, e quer deixar no comando da prefeitura o    e  não poderia ser diferente a rivalidade continua entre estes grupos, agora de um lado o Primo apóia o Mansueto do outro lado o Gildan apóia o Zé Gomes, vamos ver até onde esta rivalidade vai parar.
 Veja a baixo a ultima enquete.



POR AGNO SILVA



Candidata Margareth Bringel
A candidata a prefeita de Vitorino Freire Margareth Bringel (PMDB) teve sua candidatura deferida hoje, 3, pela Justiça Eleitoral.
Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE) manifestou-se a favor da candidatura da peemedebista.
O jurista José Carlos Sousa e Silva, relator da matéria, negou o provimento do candidato pela coligação “Unidos Por Vitorino Freire”.
Com a decisão da Corte Eleitoral, Margareth Bringel segue candidatura em Vitorino Freire

Luis Pablo


Mesmo perdendo os 100% de aproveitamento, o Sampaio Corrêa arrancou um grande resultado, ontem, em Vilhena/RO, ao empatar com o VEC, por 2 a 2, no Estádio Portal da Amazônia, no jogo de ida das oitavas de final (2ª fase) do Brasileiro da Série D. Agora, no duelo de volta, marcado para o dia 12/09, na reinauguração do estádio Castelão, o Tricolor maranhense, por ter feito dois gols fora de casa, só precisará de mais um empate, por 0 a 0 ou até 1 a 1, para garantir a classificação para a 3ª fase e seguir rumo ao acesso à Série C.
Um novo empate por 2 a 2, em São Luís, levará a decisão da vaga para os pênaltis. O Vilhena terá que vencer por qualquer placar ou empatar por 3 a 3 em diante para ficar com a classificação. O vencedor deste confronto vai enfrentar na próxima fase (quarta de final), o vencedor do confronto entre Remo-PA x Mixto-MT. Ontem, no primeiro jogo, o Mixto venceu por 2 a 0, em Cuiabá e agora jogará pelo empate em Belém ou até perder por um gol de diferença que ainda assim, fica com a vaga.
O JOGO – Foram dois tempos distintos. No primeiro, o Sampaio dominou o Vilhena e por pouco não marcou com Célio Codó que cabeceou uma bola no travessão. Na 2º tempo, Eloir lesionado, foi substituído por Pimentinha. Com três atacantes, o Sampaio perdeu o duelo no meio-campo e o Vilhena começou melhor até fazer 1 a 0, aos 11 minutos, com Edilsinho. Depois saiu Zé Paulo e entrou Dudu, com isso, o Tubarão voltou a ficar forte no meio-campo, com Pimentinha criando as melhores chances.
Numa delas chegou a chutar uma bola no trave. Mas, aos 34 minutos, Pimentinha empatou para o Sampaio. Porém, a alegria Tricolor durou pouco tempo. Aos 36 minutos, após escanteio, Mário Paiva cabeceou forte e fez 2 a 1 para o Vilhena. Nos acréscimos, aos 47 minutos, o mesmo Mário Paiva fez contra e deixou tudo igual 2 a 2, resultado que manteve a invencibilidade boliviana e o VEC segue sem perder no Portal da Amazônia desde maio de 2011.
FICHA TÉCNICA:
VEC: Dida; Maicon Paulista, Mário Paiva, Bruno Prado (Adriano) e Guajará (Casa Grande); Diego Corbari (Torres), Felipe Sorbara, Kukau e Edilsinho; Diego Siqueira e Cabixi. Técnico: Eder Taques.
SAMPAIO: Rodrigo Ramos; Roniery, Mimica, Johildo e Deca; Robson Simplício, Arlindo Maracanã, Eloir (Pimentinha) e Cleiton; Célio Codó (Júnior Chicão) e Zé Paulo (Dudu). Técnico: Flávio Araújo
Árbitro: Edmar Campos da Encarnação (AM). Assistentes: Fábio Rodrigo Rubinho/MT e Gislan Garcia/MT.

Fonte: Jornal pequeno


A delegada geral, Cristina de Meneses, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), apresentou durante entrevista coletiva, na tarde desta quinta-feira (30), no Auditório Leofredo Ramos, na sede da instituição, a dupla suspeita de assassinar um policial militar no município de Buriticupu.
A ação, realizada em conjunto pelas Polícias Civil e Militar, sob o comando dos delegados Carlos Alessandro Assis e Nilmar da Gama, foram presos os dois suspeitos, na quarta-feira (29), naquele município.
Welisny Pinto Nascimento, o ‘Leco’, 28 anos; e Francisco da Conceição Silva, o ‘Zumbi’, 18 anos, foram presos em flagrante delito suspeitos de serem os autores do latrocínio que vitimou o soldado da Polícia Militar, Erivan de Sousa Santos, 28 anos, lotado na 5ª Companhia Independente da Polícia Militar naquela cidade.
Preliminarmente, as informações referentes ao crime davam conta de que teria sido motivado pela intenção da dupla de roubar a arma utilizada pelo policial, uma pistola Imbel 40. No entanto, com o decorrer das investigações a hipótese de vingança também passou a ser ventilada já que os dois homicidas e o militar possuíam um desentendimento, fato provocado nas vésperas do crime.
O crime ocorreu na madrugada desta quarta-feira (29), no Povoado Sagrima, há aproximadamente 10 km de Buriticupu. “A motivação sendo latrocínio ou vingança não importa nesse momento dado a barbárie que foi esse crime que chocou toda a sociedade de Buriticupu. Pessoas como essas não podem conviver em sociedade”, comentou a delegada Geral de Polícia Civil, Cristina de Meneses.
Os dois acusados foram vistos juntos indo em direção ao povoado Sagrima. Segundo informações, o policial foi em sua motocicleta, uma Biz, e os outros dois em uma Honda. Francisco da Conceição Silva desferiu uma paulada na parte posterior da cabeça do militar e Welisny Pinto Nascimento outro golpe na parte da frente da cabeça. O militar caiu ao chão e foi agredido novamente por ‘Zumbi’ e ‘Leco’. Eles ainda utilizaram a arma do policial e efetuaram dois disparos, atingindo o PM no ouvido e pescoço. Logo depois a dupla fugiu do local do crime deixando o corpo às margens da BR- 222.
As Polícias Civil e Militar iniciaram os trabalhos de investigação logo após o fato. Várias testemunhas apontaram Welisny e Francisco como suspeitos por terem sido as últimas pessoas vistas com o policial.
No local do crime foram encontrados pela Polícia, três cápsulas, um projétil e os dois pedaços de madeira utilizados no crime. O material vai ser submetido aos exames periciais pertinentes. A dupla admitiu a execução do delito no ato da prisão.
De acordo com a Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), o auto de prisão em flagrante foi dado em decorrência de latrocínio. As investigações continuam para apuração do caso que deve ser concluído em 10 dias.
Estiveram presentes também, além da delegada geral Cristina de Meneses, o superintendente de Polícia Civil do Interior, Jair de Lima Paiva; o delegado de Buriticupu, Carlos Alessandro; o comandante geral da Polícia Militar, coronel Franklin Pacheco; e o capitão da PM, Joanilson Diniz.

(Fonte: Jornal pequeno)


01/09/2012 15h07 - Atualizado em 01/09/2012 16h44

Casos de violência policial continuam impunes na capital maranhense

De 2007 até hoje, apenas o Caso Jerô foi investigado e elucidado.
Informações são da Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Do G1 MA com informações da TV Mirante
1 comentário
A Ouvidoria da Secretaria de Segurança do Maranhão (SSP/MA) tem estado em alerta para a quantidade de casos de abordagens policiais violentas que acabaram terminando em tragédia em São Luís.
De 2007 até agora, na região metropolitana de São Luís, de todos os casos de intolerância e violência envolvendo policiais, o único que tramitou e chegou ao fim foi o do produtor cultural Jeremias Pereira da Silva, o Jerô, espancado até a morte por policiais militares em 2007.
O ouvidor da SSP reclama da falta de celeridade e lembra o caso do operário da Caema, que foi espancado em 2011 por uma equipe do 9º Distrito Policial da capital, no bairro do São Francisco. Nas imagens, até o delegado participa das agressões. O mais grave é que, agora, o operário aparece como réu do processo e o delegado voltou a atuar na instituição, designado para trabalhar novamente no 9º DP.
Outro caso é o do pedreiro José de Ribamar Vieira, vítima de policiais militares no bairro da Forquilha que, praticamente, caiu no esquecimento. Ribamar morreu em um dos hospitais da capital.
O caso mais recente foi na Rua Duque Bacelar, no Jardim Eldorado, no Turu. A vítima, desta vez, foi um vigilante de 18 anos de idade, que continua internado no Hospital Geral e pode ficar paraplégico, segundo os médicos. Ele levou um tiro disparado por uma pistola .40, da SSP, por um policial que, em um único disparo, acertou a coluna do vigilante.
Segundo a polícia, a arma foi disparada por um policial lotado na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), que foi afastado da função. O caso ocorreu sábado (25), por volta das 21h30.
A mãe do vigilante está revoltada. Ela disse que o policial atirou de uma distância de 50 metros. Quando a vítima estava no chão, ainda foi chutada pelo investigador da Polícia Civil. “Depois que ele [o policial] atirou, ele [a vítima] caiu no chão porque ele disse que o impacto da bala foi muito grande. O policial foi lá e disse 'Isso aqui, neguinho, é porque tu reclamou, por isso que eu atirei em ti'”, relatou Antônia Vieira, mãe do jovem.
Pai de uma criança de um ano de idade, a vítima trabalhava como vigilante no Jardim Eldorado há dois anos. A família dele pede justiça. “Se houver justiça no Maranhão, é isso que eu peço, que ele [o policial] pague pelo que ele fez. Meu filho não estava fazendo nada. Ele estava trabalhando para defender o pão dele e do filho”, desabafou a mãe.
O policial já foi ouvido no caso. Ele disse ao delegado do Turu que não teve a intenção deatingir o vigilante e atirou em advertência. “Tinha quatro pessoas sentadas em um canto e o farol do carro ofuscou um deles, que insultou o policial. Ele parou o carro e foi tomar satisfações. Ele disse que percebeu três pessoas atrás dele, em atitude suspeita, e a pessoal que foi alvejada fez um movimento como se fosse sacar uma arma. O policial, em sua defesa e agindo por instinto, sacou a arma e fez apenas um disparo, no sentido de alertar, de amedrontar”, explicou o advogado do policial, Marcelo Fialho.

Militares do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) observam o corpo do colega. O PM Enézio era destacado no Canil e tinha bom comportamento (Foto: Helene Santos/Diário do Nordeste)
O soldado da Polícia Militar, Enézio Evangelista da Silva Filho, lotado na Companhia Rondas Ostensivas com Cães (Roca/Canil), do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) foi assassinado, com 12 tiros de pistola calibre 380, no começo da tarde de ontem. O crime ocorreu no cruzamento das ruas Santa Liduína e Creusa Roque, no bairro Parque São José.

Testemunhas contaram que os criminosos estavam em um veículo Polo de cor preta e vidros espelhados. Eles contavam com a cobertura de outros dois homens em uma motocicleta CB-300 vermelha. O soldado Enézio Evangelista Filho foi o 11º policial militar assassinado neste ano no Ceará.

Emparelhado

O militar, que estava de férias, pilotava a motocicleta dele pela Rua Santa Liduína, quando o Polo emparelhou e os ocupantes começaram a efetuar os disparos. No cruzamento com a Rua Creusa Roque, o soldado tombou. Policiais Militares do Ronda do Quarteirão (RD-1060) chegaram ao local e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entretanto os socorristas nada mais puderam fazer. O soldado já estava sem vida.

Logo que o caso foi comunicado à Coordenadoria Integrada de Informações de Segurança (Ciops), várias unidades da Polícia Militar foram deslocadas para o local do crime.

Patrulhas do Policiamento Ostensivo Geral (POG) do 6ºBPM, do Ronda do Quarteirão e do Comando Tático Motorizado (Cotam) fizeram um cerco no Jardim Fluminense, tendo em vista que as informações davam conta que os criminosos seguiram em direção àquele bairro.

Mistério

O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Carlos Dantas; o diretor do Departamento de Inteligência Policial (DIP), Francisco Carlos Crisóstomo; e o titular do 19º Distrito Policial, Aurélio de Araújo, também foram ao local e deram início aos procedimentos atinentes à Polícia Judiciária.

“Infelizmente, o local de crime foi violado por populares, mas, apesar disso, iniciamos as investigações e esperamos poder esclarecer essa execução em breve”, disse Dantas, acrescentando que várias vertentes surgiram e todas elas serão investigadas. O comandante do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), major Alexandre Ávila, disse que o crime abalou por demais a Corporação.

O perito Cordeiro Lima informou que foram constatadas 18 perfurações no corpo do PM. A necropsia na Pefoce revelou que ele foi baleado 12 vezes.

Fonte: Diário do Nordeste

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Justiça manda prender sertanejo Gian por atrasar pensão


Ex-esposa do cantor, que faz dupla com Giovani, cobra R$ 90 mil


G1
Foto: Divulgação
Justiça decretou prisão do cantor Gian por falta de pensão alimentícia do filho
A Justiça de Barueri, na Grande São Paulo, decretou nesta semana a prisão do cantor Gian, da dupla sertaneja Gian e Giovani, por falta de pagamento de pensão alimentícia para o filho adolescente que ele tem com a ex-mulher. A decisão judicial determina que Aparecido dos Reis Morais, o Gian, fique preso por 30 dias pelo descumprimento.
A autônoma Maria Cláudia de Medeiros Alonso, que foi casada com o artista, cobra cerca de R$ 90 mil dele. O valor é equivalente a aproximadamente R$ 10 mil mensais, que deveriam ter sido pagos desde dezembro.
A defesa do sertanejo afirmou ao G1 que Gian ainda não havia quitado a dívida porque passa por dificuldades financeiras, mas que irá saldá-la até a tarde desta quinta-feira (6) para que o mandado de prisão contra ele seja revogado. Segundo o seu advogado, Aparecido Hernani Ferreira, o paradeiro do cantor não será revelado por questões de segurança e que ele não iria falar com a reportagem.
“Meu cliente não tem renda mensal e ela varia da quantidade de shows que ele faz. Ele está passando por dificuldades financeiras. Ele está lutando para sobreviver como as outras duplas sertanejas”, disse o advogado Hernani Ferreira.
“O que ele pode pagar ao filho de 14 anos são R$ 3 mil mensais e não R$ 10 mil como a ex-mulher dele quer. Quero deixar claro que ele tem pagado a pensão para o filho, mas com aquilo que ele pode, que varia entre R$ 1 mil a R$ 3 mil”.
Até as 13h20 desta quinta-feira (6) o mandado de prisão contra Gian não constava no sistema da Polícia Civil, o que significa que ele ainda não poderia ser preso. Apesar disso, o advogado de Maria Cláudia, Azis José Elias Filho, afirmou à equipe de reportagem que irá nesta tarde a Vara Cível do Fórum de Barueri para pegar o documento e entregá-lo numa delegacia da cidade para que a decisão seja cumprida.
“Minha cliente entrou com uma ação de execução de alimentos onde a ex-mulher e seu filho estão pedindo o pagamento de pensão atrasada. A situação é de um pai que deve pensão ao filho e não honrou o compromisso. Pela lei, o processo tem duas alternativas: ou se cumpre ou é determinada a prisão. Como o pagamento não foi feito, a Justiça decretou a prisão”, disse o advogado Azis Elias Filho.
Atualmente Gian tem outra mulher, uma ex-dançarina de um programa de auditório, com quem tem um filho. “O Gian só tem um imóvel onde mora com a família. E está pagando uma prestação nessa casa em Alphaville, em Barueri. Mas quero dizer que onde ele mora não é um casarão, é mais uma daquelas casinhas do fundão de Alphaville, que vale R$ 200 mil.”
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP) informou que não poderia dar informações sobre o processo que a ex-mulher de Gian move contra ele porque a ação está sob segredo.

Eleições 2012 em Buriticupu/Ma

Zé Gomes
                                                                                                                     Mansueto
É difícil de acreditar nas pesquisas realizadas ultimamente sobre os candidatos a prefeito de Buriticupu, a disputa estar acirrada em uma pesquisa o Zé Gomes ganha do Mansueto faz outra pesquisa o Mansueto ganha do Zé Gomes, e assim será até o dia 7 de outubro quando será decidido os governantes da nossa cidade, se as eleições fosse hoje o Mansuato venceria a disputa para preito com uma diferença muito grande nos votos. Esta disputa acirrada por estes dois grupos rivais vem mantendo esta rivalidade desde o ano de 1994 quando o município foi emancipado e teve o seu primeiro prefeito (Gildão Medeiros) que governou por 8 anos  e logo em seguida o Antonio Marcos de Oliveira(Primo) que também estar terminado seu mandato de 8 anos, e quer deixar no comando da prefeitura o    e  não poderia ser diferente a rivalidade continua entre estes grupos, agora de um lado o Primo apóia o Mansueto do outro lado o Gildan apóia o Zé Gomes, vamos ver até onde esta rivalidade vai parar.
 Veja a baixo a ultima enquete.



POR AGNO SILVA

Justiça Eleitoral defere candidatura de Margareth Bringel em Vitorino Freire



Candidata Margareth Bringel
A candidata a prefeita de Vitorino Freire Margareth Bringel (PMDB) teve sua candidatura deferida hoje, 3, pela Justiça Eleitoral.
Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE) manifestou-se a favor da candidatura da peemedebista.
O jurista José Carlos Sousa e Silva, relator da matéria, negou o provimento do candidato pela coligação “Unidos Por Vitorino Freire”.
Com a decisão da Corte Eleitoral, Margareth Bringel segue candidatura em Vitorino Freire

Luis Pablo

Sampaio arranca empate em Vilhena/RO e volta com vantagem


Mesmo perdendo os 100% de aproveitamento, o Sampaio Corrêa arrancou um grande resultado, ontem, em Vilhena/RO, ao empatar com o VEC, por 2 a 2, no Estádio Portal da Amazônia, no jogo de ida das oitavas de final (2ª fase) do Brasileiro da Série D. Agora, no duelo de volta, marcado para o dia 12/09, na reinauguração do estádio Castelão, o Tricolor maranhense, por ter feito dois gols fora de casa, só precisará de mais um empate, por 0 a 0 ou até 1 a 1, para garantir a classificação para a 3ª fase e seguir rumo ao acesso à Série C.
Um novo empate por 2 a 2, em São Luís, levará a decisão da vaga para os pênaltis. O Vilhena terá que vencer por qualquer placar ou empatar por 3 a 3 em diante para ficar com a classificação. O vencedor deste confronto vai enfrentar na próxima fase (quarta de final), o vencedor do confronto entre Remo-PA x Mixto-MT. Ontem, no primeiro jogo, o Mixto venceu por 2 a 0, em Cuiabá e agora jogará pelo empate em Belém ou até perder por um gol de diferença que ainda assim, fica com a vaga.
O JOGO – Foram dois tempos distintos. No primeiro, o Sampaio dominou o Vilhena e por pouco não marcou com Célio Codó que cabeceou uma bola no travessão. Na 2º tempo, Eloir lesionado, foi substituído por Pimentinha. Com três atacantes, o Sampaio perdeu o duelo no meio-campo e o Vilhena começou melhor até fazer 1 a 0, aos 11 minutos, com Edilsinho. Depois saiu Zé Paulo e entrou Dudu, com isso, o Tubarão voltou a ficar forte no meio-campo, com Pimentinha criando as melhores chances.
Numa delas chegou a chutar uma bola no trave. Mas, aos 34 minutos, Pimentinha empatou para o Sampaio. Porém, a alegria Tricolor durou pouco tempo. Aos 36 minutos, após escanteio, Mário Paiva cabeceou forte e fez 2 a 1 para o Vilhena. Nos acréscimos, aos 47 minutos, o mesmo Mário Paiva fez contra e deixou tudo igual 2 a 2, resultado que manteve a invencibilidade boliviana e o VEC segue sem perder no Portal da Amazônia desde maio de 2011.
FICHA TÉCNICA:
VEC: Dida; Maicon Paulista, Mário Paiva, Bruno Prado (Adriano) e Guajará (Casa Grande); Diego Corbari (Torres), Felipe Sorbara, Kukau e Edilsinho; Diego Siqueira e Cabixi. Técnico: Eder Taques.
SAMPAIO: Rodrigo Ramos; Roniery, Mimica, Johildo e Deca; Robson Simplício, Arlindo Maracanã, Eloir (Pimentinha) e Cleiton; Célio Codó (Júnior Chicão) e Zé Paulo (Dudu). Técnico: Flávio Araújo
Árbitro: Edmar Campos da Encarnação (AM). Assistentes: Fábio Rodrigo Rubinho/MT e Gislan Garcia/MT.

Fonte: Jornal pequeno

SSP apresenta dupla suspeita de assassinar PM em Buriticupu


A delegada geral, Cristina de Meneses, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), apresentou durante entrevista coletiva, na tarde desta quinta-feira (30), no Auditório Leofredo Ramos, na sede da instituição, a dupla suspeita de assassinar um policial militar no município de Buriticupu.
A ação, realizada em conjunto pelas Polícias Civil e Militar, sob o comando dos delegados Carlos Alessandro Assis e Nilmar da Gama, foram presos os dois suspeitos, na quarta-feira (29), naquele município.
Welisny Pinto Nascimento, o ‘Leco’, 28 anos; e Francisco da Conceição Silva, o ‘Zumbi’, 18 anos, foram presos em flagrante delito suspeitos de serem os autores do latrocínio que vitimou o soldado da Polícia Militar, Erivan de Sousa Santos, 28 anos, lotado na 5ª Companhia Independente da Polícia Militar naquela cidade.
Preliminarmente, as informações referentes ao crime davam conta de que teria sido motivado pela intenção da dupla de roubar a arma utilizada pelo policial, uma pistola Imbel 40. No entanto, com o decorrer das investigações a hipótese de vingança também passou a ser ventilada já que os dois homicidas e o militar possuíam um desentendimento, fato provocado nas vésperas do crime.
O crime ocorreu na madrugada desta quarta-feira (29), no Povoado Sagrima, há aproximadamente 10 km de Buriticupu. “A motivação sendo latrocínio ou vingança não importa nesse momento dado a barbárie que foi esse crime que chocou toda a sociedade de Buriticupu. Pessoas como essas não podem conviver em sociedade”, comentou a delegada Geral de Polícia Civil, Cristina de Meneses.
Os dois acusados foram vistos juntos indo em direção ao povoado Sagrima. Segundo informações, o policial foi em sua motocicleta, uma Biz, e os outros dois em uma Honda. Francisco da Conceição Silva desferiu uma paulada na parte posterior da cabeça do militar e Welisny Pinto Nascimento outro golpe na parte da frente da cabeça. O militar caiu ao chão e foi agredido novamente por ‘Zumbi’ e ‘Leco’. Eles ainda utilizaram a arma do policial e efetuaram dois disparos, atingindo o PM no ouvido e pescoço. Logo depois a dupla fugiu do local do crime deixando o corpo às margens da BR- 222.
As Polícias Civil e Militar iniciaram os trabalhos de investigação logo após o fato. Várias testemunhas apontaram Welisny e Francisco como suspeitos por terem sido as últimas pessoas vistas com o policial.
No local do crime foram encontrados pela Polícia, três cápsulas, um projétil e os dois pedaços de madeira utilizados no crime. O material vai ser submetido aos exames periciais pertinentes. A dupla admitiu a execução do delito no ato da prisão.
De acordo com a Superintendência de Polícia Civil do Interior (SPCI), o auto de prisão em flagrante foi dado em decorrência de latrocínio. As investigações continuam para apuração do caso que deve ser concluído em 10 dias.
Estiveram presentes também, além da delegada geral Cristina de Meneses, o superintendente de Polícia Civil do Interior, Jair de Lima Paiva; o delegado de Buriticupu, Carlos Alessandro; o comandante geral da Polícia Militar, coronel Franklin Pacheco; e o capitão da PM, Joanilson Diniz.

(Fonte: Jornal pequeno)

Casos de violência policial continuam impunes na capital maranhense


01/09/2012 15h07 - Atualizado em 01/09/2012 16h44

Casos de violência policial continuam impunes na capital maranhense

De 2007 até hoje, apenas o Caso Jerô foi investigado e elucidado.
Informações são da Ouvidoria da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Do G1 MA com informações da TV Mirante
1 comentário
A Ouvidoria da Secretaria de Segurança do Maranhão (SSP/MA) tem estado em alerta para a quantidade de casos de abordagens policiais violentas que acabaram terminando em tragédia em São Luís.
De 2007 até agora, na região metropolitana de São Luís, de todos os casos de intolerância e violência envolvendo policiais, o único que tramitou e chegou ao fim foi o do produtor cultural Jeremias Pereira da Silva, o Jerô, espancado até a morte por policiais militares em 2007.
O ouvidor da SSP reclama da falta de celeridade e lembra o caso do operário da Caema, que foi espancado em 2011 por uma equipe do 9º Distrito Policial da capital, no bairro do São Francisco. Nas imagens, até o delegado participa das agressões. O mais grave é que, agora, o operário aparece como réu do processo e o delegado voltou a atuar na instituição, designado para trabalhar novamente no 9º DP.
Outro caso é o do pedreiro José de Ribamar Vieira, vítima de policiais militares no bairro da Forquilha que, praticamente, caiu no esquecimento. Ribamar morreu em um dos hospitais da capital.
O caso mais recente foi na Rua Duque Bacelar, no Jardim Eldorado, no Turu. A vítima, desta vez, foi um vigilante de 18 anos de idade, que continua internado no Hospital Geral e pode ficar paraplégico, segundo os médicos. Ele levou um tiro disparado por uma pistola .40, da SSP, por um policial que, em um único disparo, acertou a coluna do vigilante.
Segundo a polícia, a arma foi disparada por um policial lotado na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), que foi afastado da função. O caso ocorreu sábado (25), por volta das 21h30.
A mãe do vigilante está revoltada. Ela disse que o policial atirou de uma distância de 50 metros. Quando a vítima estava no chão, ainda foi chutada pelo investigador da Polícia Civil. “Depois que ele [o policial] atirou, ele [a vítima] caiu no chão porque ele disse que o impacto da bala foi muito grande. O policial foi lá e disse 'Isso aqui, neguinho, é porque tu reclamou, por isso que eu atirei em ti'”, relatou Antônia Vieira, mãe do jovem.
Pai de uma criança de um ano de idade, a vítima trabalhava como vigilante no Jardim Eldorado há dois anos. A família dele pede justiça. “Se houver justiça no Maranhão, é isso que eu peço, que ele [o policial] pague pelo que ele fez. Meu filho não estava fazendo nada. Ele estava trabalhando para defender o pão dele e do filho”, desabafou a mãe.
O policial já foi ouvido no caso. Ele disse ao delegado do Turu que não teve a intenção deatingir o vigilante e atirou em advertência. “Tinha quatro pessoas sentadas em um canto e o farol do carro ofuscou um deles, que insultou o policial. Ele parou o carro e foi tomar satisfações. Ele disse que percebeu três pessoas atrás dele, em atitude suspeita, e a pessoal que foi alvejada fez um movimento como se fosse sacar uma arma. O policial, em sua defesa e agindo por instinto, sacou a arma e fez apenas um disparo, no sentido de alertar, de amedrontar”, explicou o advogado do policial, Marcelo Fialho.

PM de férias é morto com 12 tiros

Militares do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) observam o corpo do colega. O PM Enézio era destacado no Canil e tinha bom comportamento (Foto: Helene Santos/Diário do Nordeste)
O soldado da Polícia Militar, Enézio Evangelista da Silva Filho, lotado na Companhia Rondas Ostensivas com Cães (Roca/Canil), do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) foi assassinado, com 12 tiros de pistola calibre 380, no começo da tarde de ontem. O crime ocorreu no cruzamento das ruas Santa Liduína e Creusa Roque, no bairro Parque São José.

Testemunhas contaram que os criminosos estavam em um veículo Polo de cor preta e vidros espelhados. Eles contavam com a cobertura de outros dois homens em uma motocicleta CB-300 vermelha. O soldado Enézio Evangelista Filho foi o 11º policial militar assassinado neste ano no Ceará.

Emparelhado

O militar, que estava de férias, pilotava a motocicleta dele pela Rua Santa Liduína, quando o Polo emparelhou e os ocupantes começaram a efetuar os disparos. No cruzamento com a Rua Creusa Roque, o soldado tombou. Policiais Militares do Ronda do Quarteirão (RD-1060) chegaram ao local e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entretanto os socorristas nada mais puderam fazer. O soldado já estava sem vida.

Logo que o caso foi comunicado à Coordenadoria Integrada de Informações de Segurança (Ciops), várias unidades da Polícia Militar foram deslocadas para o local do crime.

Patrulhas do Policiamento Ostensivo Geral (POG) do 6ºBPM, do Ronda do Quarteirão e do Comando Tático Motorizado (Cotam) fizeram um cerco no Jardim Fluminense, tendo em vista que as informações davam conta que os criminosos seguiram em direção àquele bairro.

Mistério

O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Carlos Dantas; o diretor do Departamento de Inteligência Policial (DIP), Francisco Carlos Crisóstomo; e o titular do 19º Distrito Policial, Aurélio de Araújo, também foram ao local e deram início aos procedimentos atinentes à Polícia Judiciária.

“Infelizmente, o local de crime foi violado por populares, mas, apesar disso, iniciamos as investigações e esperamos poder esclarecer essa execução em breve”, disse Dantas, acrescentando que várias vertentes surgiram e todas elas serão investigadas. O comandante do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), major Alexandre Ávila, disse que o crime abalou por demais a Corporação.

O perito Cordeiro Lima informou que foram constatadas 18 perfurações no corpo do PM. A necropsia na Pefoce revelou que ele foi baleado 12 vezes.

Fonte: Diário do Nordeste

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