Desde o início da pandemia, são 18.859 vítimas fatais da covid-19 no total
País também contabilizou 19.951 novos casos da doença



O Brasil registrou 888 novas mortes por coronavírus em 24 horas.

De acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, já são 18.859 .

Flávio Dino afirma que processo 'gradual' de liberação das atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira (25

Maranhão tem 15.114 casos e 634 óbitos por covid-19

Douglas Júnior/Futura Press/Estadão Conteúdo - 6.5.2020

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou em pronunciamento nesta quarta-feira (20) que o Estado irá começar um processo "gradual" de liberação das atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira (25).
Na declaração, Dino afirmou que a reabertura será dividida por setores, que seguirão protocolos sanitários e de segurança que serão aprovados pela Casa Civil.
As medidas de reabertura gradual da economia devem se estender por 45 dias. Segundo o governador, o decreto que restringe atividades comerciais e a circulação de pessoas para combater a pandemia do novo coronavírus será mantido em todo o Estado até domingo (24).
A determinação permite que sejam reabertas as empresas familiares, ou seja, locais em que trabalham somente o proprietário e pessoas do seu grupo familiar. A definição vale para todas as pequenas empresas do Maranhão que possuam essa característica.
Os comerciantes deverão seguir os protocolos de higiene, etiqueta respiratória, adotar o uso de máscaras e praticar o distanciamento social. "Para outros segmentos econômicos, a liberação dependerá da aprovação, pela Casa Civil, de protocolos sanitários setoriais que já estão sendo elaborados", explicou Dino.
O anúncio ocorre após o Maranhão registrar a marca de 15.114 casos de covid-19 e 634 óbitos pela doença. O Estado é o 7º no ranking do País com mais casos confirmados e mortes pelo novo coronavírus.



Maranhão monitora 663 suspeitos e tem 14 casos confirmados do novo coronavírus


Informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27) pela Secretaria de Saúde do Maranhão. Dos casos confirmados, 13 estão em São Luís e um em Imperatriz.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou na noite desta sexta-feira (27) que caiu para de 728 para 663 o número de casos suspeitos do novo coronavírus no Maranhão. Até o momento, o estado possui 14 casos confirmados da Covid-19 com pacientes em São Luís e Imperatriz.
Três dos novos casos foram confirmados na quinta-feira (26) pelo governador Flávio Dino (PCdoB), duas são mulheres de 44 e 45 anos que foram atendidas na rede pública e outra também é do sexo feminino, tem 29 anos, foi diagnosticada em um hospital da rede privada do estado.
O quarto paciente com caso confirmado no estado é o médico Luciano Danda, que está no município de Imperatriz, no sul do estado e confirmou que estava com a Covid-19 por meio de uma rede social. O médico realizou o teste para coronavírus em São Paulo, onde reside, mas logo após precisou ir a Imperatriz onde mora com a família, antes de receber o resultado.
O caso não chegou a ser notificado pelas estatísticas da SES, pelo fato do teste ter sido realizado em São Paulo, mas nesta sexta-feira (27), o paciente foi incluído entre os casos confirmados da Covid-19 no estado.
Segundo a SES, todos os pacientes estão cumprindo isolamento domiciliar e estão sendo monitorados pelo Centro de Informações Estratégicas em Saúde (CIEVS).

Fonte: G1

Maranhão monitora 663 suspeitos e tem 14 casos confirmados do novo coronavírus

O presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente afirma não entender nada de economia, confundiu três vezes tarifas de importação com impostos sobre empresas durante visita oficial à Índia, afirmando que redução de impostos poderia quebrar a indústria brasileira.
Indagado pelo jornalista do Valor sobre a possibilidade de reduzir impostos para as empresas no Brasil crescerem mais, como vem acenando o ministro da Economia, Paulo Guedes, e como fez recentemente o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, Bolsonaro afirmou: “O Guedes já me disse que, se fizer de uma hora para outra, ele quebra a indústria nacional”, disse
.“E imposto não é só o governo federal. Temos os estaduais e os municipais.”
(…)
“Eu já falei que não entendo nada de economia. Eu contratei um ‘posto Ipiranga’… E eu não vou contratar o Nelson Piquet para trabalhar comigo e botar do lado, enquanto eu dirijo o carro.”
(…)

Fonte: DCM

Naiara Moraes, modelo de 23 anos usa suas redes sociais para dar explicação aos seus fãs sobre acusação de traição, uma modelo jovem e com um futuro promissor em carreira de modelo, pois há um bom tempo já vem mostrando seus trabalhos em redes de lojas de Buriticupu/Na e região despertando alegria aos amigos e inveja aos invejosos.



A líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - REUTERS/Noemie Olive
SÃO PAULOA- Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) vai entrar na Justiça contra o presidente Jair Bolsonaro por crime de racismo. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (23) pela líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora executiva da organização. 
"Nós, povos indígenas originários desta terra, exigimos respeito. Bolsonaro mais uma vez rasga a Constituição ao negar nossa existência enquanto seres humanos", disse Sônia. "É preciso dar um basta a esse perverso",  completou. 
Em vídeo divulgado na quinta, o presidente defendeu que as comunidades indígenas se integrem ao restante da sociedade e avaliou que, cada vez mais, o índio está "evoluindo" e se tornando um "ser humano igual a nós".
No vídeo, ele destacou que o Conselho da Amazônia, estrutura criada no inicio da semana e que será comandada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, será responsável pela coordenação das atividades de proteção da floresta e também pela defesa das reservas indígenas. 
Sônia Guajajara foi uma das lideranças indígenas reunidas pelo cacique Raoni na semana passada em encontro no Mato Grosso que condenou as políticas de governo de Bolsonaro para os indígenas e rechaçou projeto de lei que permite mineração em terras protegidas
Durante cinco dias, 600 indígenas de 45 etnias defenderam a união do movimento indígena contra  o governo. 
A manifestação do presidente no vídeo provocou outras reações, como a do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ). Para ele, a fala do presidente é típica de um nazista.


Folha de São Paulo.

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O Brasil registrou 888 novas mortes por coronavírus em 24 horas.

De acordo com o balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, já são 18.859 .

Governador do Maranhão anuncia reabertura econômica

Flávio Dino afirma que processo 'gradual' de liberação das atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira (25

Maranhão tem 15.114 casos e 634 óbitos por covid-19

Douglas Júnior/Futura Press/Estadão Conteúdo - 6.5.2020

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou em pronunciamento nesta quarta-feira (20) que o Estado irá começar um processo "gradual" de liberação das atividades econômicas a partir da próxima segunda-feira (25).
Na declaração, Dino afirmou que a reabertura será dividida por setores, que seguirão protocolos sanitários e de segurança que serão aprovados pela Casa Civil.
As medidas de reabertura gradual da economia devem se estender por 45 dias. Segundo o governador, o decreto que restringe atividades comerciais e a circulação de pessoas para combater a pandemia do novo coronavírus será mantido em todo o Estado até domingo (24).
A determinação permite que sejam reabertas as empresas familiares, ou seja, locais em que trabalham somente o proprietário e pessoas do seu grupo familiar. A definição vale para todas as pequenas empresas do Maranhão que possuam essa característica.
Os comerciantes deverão seguir os protocolos de higiene, etiqueta respiratória, adotar o uso de máscaras e praticar o distanciamento social. "Para outros segmentos econômicos, a liberação dependerá da aprovação, pela Casa Civil, de protocolos sanitários setoriais que já estão sendo elaborados", explicou Dino.
O anúncio ocorre após o Maranhão registrar a marca de 15.114 casos de covid-19 e 634 óbitos pela doença. O Estado é o 7º no ranking do País com mais casos confirmados e mortes pelo novo coronavírus.



Coronavírus no Maranhão

Maranhão monitora 663 suspeitos e tem 14 casos confirmados do novo coronavírus


Informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27) pela Secretaria de Saúde do Maranhão. Dos casos confirmados, 13 estão em São Luís e um em Imperatriz.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou na noite desta sexta-feira (27) que caiu para de 728 para 663 o número de casos suspeitos do novo coronavírus no Maranhão. Até o momento, o estado possui 14 casos confirmados da Covid-19 com pacientes em São Luís e Imperatriz.
Três dos novos casos foram confirmados na quinta-feira (26) pelo governador Flávio Dino (PCdoB), duas são mulheres de 44 e 45 anos que foram atendidas na rede pública e outra também é do sexo feminino, tem 29 anos, foi diagnosticada em um hospital da rede privada do estado.
O quarto paciente com caso confirmado no estado é o médico Luciano Danda, que está no município de Imperatriz, no sul do estado e confirmou que estava com a Covid-19 por meio de uma rede social. O médico realizou o teste para coronavírus em São Paulo, onde reside, mas logo após precisou ir a Imperatriz onde mora com a família, antes de receber o resultado.
O caso não chegou a ser notificado pelas estatísticas da SES, pelo fato do teste ter sido realizado em São Paulo, mas nesta sexta-feira (27), o paciente foi incluído entre os casos confirmados da Covid-19 no estado.
Segundo a SES, todos os pacientes estão cumprindo isolamento domiciliar e estão sendo monitorados pelo Centro de Informações Estratégicas em Saúde (CIEVS).

Fonte: G1

Coronavírus no Maranhão.

Maranhão monitora 663 suspeitos e tem 14 casos confirmados do novo coronavírus

Jênio: Bolsonaro se confunde sobre impostos e solta que não entende “nada de economia”

O presidente Jair Bolsonaro, que frequentemente afirma não entender nada de economia, confundiu três vezes tarifas de importação com impostos sobre empresas durante visita oficial à Índia, afirmando que redução de impostos poderia quebrar a indústria brasileira.
Indagado pelo jornalista do Valor sobre a possibilidade de reduzir impostos para as empresas no Brasil crescerem mais, como vem acenando o ministro da Economia, Paulo Guedes, e como fez recentemente o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, Bolsonaro afirmou: “O Guedes já me disse que, se fizer de uma hora para outra, ele quebra a indústria nacional”, disse
.“E imposto não é só o governo federal. Temos os estaduais e os municipais.”
(…)
“Eu já falei que não entendo nada de economia. Eu contratei um ‘posto Ipiranga’… E eu não vou contratar o Nelson Piquet para trabalhar comigo e botar do lado, enquanto eu dirijo o carro.”
(…)

Fonte: DCM

A modelo Naiara Moraes fala sobre a acusação de traição

Naiara Moraes, modelo de 23 anos usa suas redes sociais para dar explicação aos seus fãs sobre acusação de traição, uma modelo jovem e com um futuro promissor em carreira de modelo, pois há um bom tempo já vem mostrando seus trabalhos em redes de lojas de Buriticupu/Na e região despertando alegria aos amigos e inveja aos invejosos.



Líder indígena vai à Justiça contra Bolsonaro por racismo

A líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - REUTERS/Noemie Olive
SÃO PAULOA- Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil) vai entrar na Justiça contra o presidente Jair Bolsonaro por crime de racismo. O anúncio foi feito na noite desta quinta-feira (23) pela líder indígena Sônia Guajajara, coordenadora executiva da organização. 
"Nós, povos indígenas originários desta terra, exigimos respeito. Bolsonaro mais uma vez rasga a Constituição ao negar nossa existência enquanto seres humanos", disse Sônia. "É preciso dar um basta a esse perverso",  completou. 
Em vídeo divulgado na quinta, o presidente defendeu que as comunidades indígenas se integrem ao restante da sociedade e avaliou que, cada vez mais, o índio está "evoluindo" e se tornando um "ser humano igual a nós".
No vídeo, ele destacou que o Conselho da Amazônia, estrutura criada no inicio da semana e que será comandada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, será responsável pela coordenação das atividades de proteção da floresta e também pela defesa das reservas indígenas. 
Sônia Guajajara foi uma das lideranças indígenas reunidas pelo cacique Raoni na semana passada em encontro no Mato Grosso que condenou as políticas de governo de Bolsonaro para os indígenas e rechaçou projeto de lei que permite mineração em terras protegidas
Durante cinco dias, 600 indígenas de 45 etnias defenderam a união do movimento indígena contra  o governo. 
A manifestação do presidente no vídeo provocou outras reações, como a do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ). Para ele, a fala do presidente é típica de um nazista.


Folha de São Paulo.

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