Depois de localizar e embargar madeireiras pelo corte e comércio ilegal de madeira, começou desmonte das empresas


O Ibama acaba de desmontar a primeira serraria acusada de explorar madeira vinda da Reserva Biológica do Gurupi e das terras indígenas Awá, Carú, Araribóia e Alto Turiaçu, todas na região de Buriticupu, a 420 quilômetros de São Luís, no Leste do Maranhão. O instituto realizou a operação Maurítia no pólo madeireiro do município. Homens da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional apoiaram a ação. Mais seis madeireiras ainda vão ser desmontadas. A operação também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ministério do Trabalho e Sistema de Proteção da Amazônia.
Em agosto de 2010, a serraria foi desembargada pelo Ibama por funcionar sem licença ambiental. Fiscais que foram à empresa encontraram o lacre do órgão ambiental rompido. O pátio tinha 70m³ de madeira nativa serrada, cerca de quatro caminhões cheios. A empresa foi multada em R$ 120 mil por armazenar produto florestal sem licença e desrespeitar o embargo federal. Além disso, a madeira, uma serra-fita, duas serras-circulares e uma destopadeira foram apreendidas. O maquinário desmontado será doado a uma entidade social da região.
Nos três primeiros dias da operação Maurítia, o Ibama aplicou R$ 687,5 mil em multas, destruiu dezenas de fornos de carvão, apreendeu 340 m³ de madeira em tora, 465 m³ do produto serrado, um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 12 e uma carreta flagrada transportando 30 m³ de madeira nativa sem origem legal.
No pólo de Buriticupu, oito madeireiras já foram fiscalizadas, mas apenas uma estava regular. As seis madeireiras sem licença que serão desmontadas também foram embargadas pelo Ibama, mas continuaram operando de forma irregular. “Sem regularização, a empresa não tem acesso ao mercado legal e vai participar dos esquemas de fraudes que esquentam a madeira ilegal extraída das florestas no Estado”, explica Ciclene Brito, chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Maranhão.

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Serraria desmontada em Buriticupu no Maranhão.

Depois de localizar e embargar madeireiras pelo corte e comércio ilegal de madeira, começou desmonte das empresas


O Ibama acaba de desmontar a primeira serraria acusada de explorar madeira vinda da Reserva Biológica do Gurupi e das terras indígenas Awá, Carú, Araribóia e Alto Turiaçu, todas na região de Buriticupu, a 420 quilômetros de São Luís, no Leste do Maranhão. O instituto realizou a operação Maurítia no pólo madeireiro do município. Homens da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional apoiaram a ação. Mais seis madeireiras ainda vão ser desmontadas. A operação também conta com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Ministério do Trabalho e Sistema de Proteção da Amazônia.
Em agosto de 2010, a serraria foi desembargada pelo Ibama por funcionar sem licença ambiental. Fiscais que foram à empresa encontraram o lacre do órgão ambiental rompido. O pátio tinha 70m³ de madeira nativa serrada, cerca de quatro caminhões cheios. A empresa foi multada em R$ 120 mil por armazenar produto florestal sem licença e desrespeitar o embargo federal. Além disso, a madeira, uma serra-fita, duas serras-circulares e uma destopadeira foram apreendidas. O maquinário desmontado será doado a uma entidade social da região.
Nos três primeiros dias da operação Maurítia, o Ibama aplicou R$ 687,5 mil em multas, destruiu dezenas de fornos de carvão, apreendeu 340 m³ de madeira em tora, 465 m³ do produto serrado, um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 12 e uma carreta flagrada transportando 30 m³ de madeira nativa sem origem legal.
No pólo de Buriticupu, oito madeireiras já foram fiscalizadas, mas apenas uma estava regular. As seis madeireiras sem licença que serão desmontadas também foram embargadas pelo Ibama, mas continuaram operando de forma irregular. “Sem regularização, a empresa não tem acesso ao mercado legal e vai participar dos esquemas de fraudes que esquentam a madeira ilegal extraída das florestas no Estado”, explica Ciclene Brito, chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Maranhão.

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