Séria Amazônia Legal visita região do Médio Mearin no Maranhão

Para documentar um bom exemplo de sistema produtivo que envolve comunidades e cooperativas em prol da preservação dos recursos naturais, Ramon Morato desembarca na região do Médio Mearin no Maranhão. Ícones da identidade cultural do Maranhão, as quebradeiras de coco condúzem-no a um passado de luta pela preservação das palmeiras de babaçu, uma das poucas fontes de renda destas mães de família. A força das mulheres do Maranhão resultou na organização social de mais de 400 mil agroextrativistas de babaçu dos Estados do Pará, Tocantins, Piauí e Maranhão na luta pelo babaçu livre e pela preservação e valorização do coco babaçu.Da árvore do babaçu, as mulheres extraem o seu sustento. Transformam as palhas das folhas em cestos, a casca do coco em carvão e a castanha em azeite e sabão. Organizadas, criaram cooperativas para produção e comercialização de seus produtos, como farinha, azeite, sabonete e outros derivados do babaçu. Convidados pelas cooperativas, pesquisadores e comunitários provam que ciência, cultura e saberes tradicionais caminham juntos para enfrentar a pobreza em busca da valorização do potencial local.

Fonte: EBC

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Cooperativa de mulheres luta pela preservação do babaçu

Séria Amazônia Legal visita região do Médio Mearin no Maranhão

Para documentar um bom exemplo de sistema produtivo que envolve comunidades e cooperativas em prol da preservação dos recursos naturais, Ramon Morato desembarca na região do Médio Mearin no Maranhão. Ícones da identidade cultural do Maranhão, as quebradeiras de coco condúzem-no a um passado de luta pela preservação das palmeiras de babaçu, uma das poucas fontes de renda destas mães de família. A força das mulheres do Maranhão resultou na organização social de mais de 400 mil agroextrativistas de babaçu dos Estados do Pará, Tocantins, Piauí e Maranhão na luta pelo babaçu livre e pela preservação e valorização do coco babaçu.Da árvore do babaçu, as mulheres extraem o seu sustento. Transformam as palhas das folhas em cestos, a casca do coco em carvão e a castanha em azeite e sabão. Organizadas, criaram cooperativas para produção e comercialização de seus produtos, como farinha, azeite, sabonete e outros derivados do babaçu. Convidados pelas cooperativas, pesquisadores e comunitários provam que ciência, cultura e saberes tradicionais caminham juntos para enfrentar a pobreza em busca da valorização do potencial local.

Fonte: EBC

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