O presidente mundial da GDF Suez, Gérard Mestrallet, reclamou ontem que as 32 condicinantes ambientais, exigidos por órgãos do governo na área da hidroelétrica de Jirau, em Rondônia, vão custar US$ 600 milhões, equivalente a 10% do custo da obra estimada em US$ 6 bilhões. E que esse custo extra não foi incluído no cálculo que resultou na tarifa final apresentada no leilão. O executivo disse que "teríamos preferido saber disso antes de entrar no projeto", quando se discutiu a fixação do preço da energia por 35 anos. "Os programas ambientais devem ser detalhados na definição do projeto. Quando o consórcio concorre no preço da eletricidade, leva em conta não apenas o custo da construção, mas de todos os programas. E esses representam agora 10% do custo total", afirmou o executivo.

Mestrallet se diz "convencido" de que grandes construções como Jirau precisam ter programas ambientais, para aceitação pública nacional e internacional, "mas queremos é que sejam aprovados antes, não depois".

Em conversa com o Valor, depois de participar de seminário sobre a economia brasileira, o executivo foi evasivo sobre como os atrasos tanto em Jirau como em Estreito afetariam a rentabilidade do grupo, ainda mais que não conseguiu ainda vender os 30% de energia que serão destinados ao mercado livre a partir de Jirau.

Mestrallet disse que a usina de Estreito funciona, mas não foi formalmente inaugurada. A hidrelétrica fica na divisa dos Estados do Tocantins e Maranhão. E Jirau, quatro vezes maior, deve estar terminada dentro de um ano e meio.

"No momento, Jirau é só despesa, mas desde que funcione vai beneficiar nossa rentabilidade", afirmou. "O desafio é construir no prazo. Quando a totalidade (da energia) for vendida, pelo preço fixado antes, dá enorme visibilidade e incentivo para os operadores participarem desses projetos internacionais."

As obras da usina de Jirau ficaram praticamente paradas por um mês neste ano depois de um tumulto de trabalhadores da usina que terminou com parte do canteiro de obras destruído. Esse atraso pode se tornar significativo em função da janela hidrológica para se fazer o desvio do rio.

O custo da obra, divulgado oficialmente pela Suez no Brasil, já se aproxima de R$ 12 bilhões. Além disso, a Camargo Corrêa reivindica um ajuste no preço do contrato de construção de R$ 1 bilhão. Outra dificuldade enfrentada por Jirau é que a usina corre o risco de ficar pronta antes das linhas de transmissão, que devem escoar a energia produzida. As licenças ambientais foram emitidas recentemente, mas com atraso, dificilmente será possível antecipar o cronograma dessas linhas para atender a demanda de uma antecipação de Jirau.

Mestrallet simplesmente fugiu quando indagado sobre a eventual fusão dos ativos na América latina com a Duke. "No comments", afirmou, e partiu em direção ao carro, rindo. A GDF Suez até agora disse que não comenta rumores e o principal executivo da Duke nos Estados Unidos recentemente também saiu pela tangente, dizendo que não está vendendo ativos. E não está mesmo. Está fazendo uma fusão, como noticiou o Valor. (Colaborou Josette Goulart, de São Paulo)

Juiz tem 48h para conceder liminar intimando o executivo
A Defensoria entrou com uma Ação Civil Pública contra a prefeitura de Ribeirão Preto nesta quinta-feira (7) exigindo melhores condições de moradia às 250 famílias que foram retiradas da favela localizada no Jardim Aeroporto, em Ribeirão Preto.

De acordo com o defensor Paulo Fernando de Andrade Giostri, autor da ação – juntamente com o defensor Aluísio Ruggeri Ré –, existe uma lista de exigências a serem cumpridas pelo executivo:

1 – Que coloque as pessoas desalojadas na escola municipal mais próxima dos fatos e, se preciso, as deixarem no local por até 30 dias;

2 – Ofereça um serviço de recadastramento, a fim de auxiliar àqueles que perderam os documentos pessoais durante a reintegração de posse;

3 – Conceda às famílias o acesso imediato aos bens que foram recolhidos durante a ação policial e deixados em um galpão particular;

4 – Disponibilize residências provisórias para essas pessoas; ou então que pague um aluguel social;

5 – Faça o cadastramento dessas pessoas para que elas tenham acesso a programas habitacionais, sem precisar entrar em sorteios;

6 – Em um prazo de seis meses, coloque essas famílias em imóveis já construídos;

Assim que a liminar for concedida, a prefeitura terá de executar as tarefas imediatamente, já que existe uma multa estipulada em R$ 1 mil por hora em caso de negligência.

Confira imagens da reintegração de posse

Segundo o defensor Paulo Fernando de Andrade Giostri, falta um programa de habitação às classes menos favorecidas. “Agir com essa violência extrema é uma consequência. Por que essas pessoas estavam lá? Por que elas não têm uma moradia digna? A prefeitura foi omissa ao deixar essas famílias nessas condições. A produção de habitação de interesse da população é muito restrita”, declarou.

Ainda sobre a falta de moradias, Paulo Fernando de Andrade Giostri alerta para um problema que, segundo ele, é bem maior. “Essas pessoas vieram do Maranhão, do Piauí e de outros cantos do país para trabalhar nos canaviais. Com a mecanização, eles tiveram que migrar do campo para as construções. Ou seja, eles constroem grandes obras e não possuem moradia”, afirmou.

Procurada pela reportagem do EP Ribeirão, a prefeitura afirmou, por meio da assessoria de imprensa que, enquanto não for notificada oficialmente, não haverá nenhum posicionamento.

Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados com exclusividade ao Jornal Pequeno, apontam que o Maranhão é o estado brasileiro que apresenta o maior número de municípios no ranking das 201 cidades com mais pessoas ganhando mensalmente até 1/4 do salário mínimo (R$ 127,50, considerando-se o mínimo de R$ 510 à época da pesquisa). O estado tem 51 municípios ranqueados, sendo que três deles – Belágua, Fernando Falcão e Milagres do Maranhão – estão entre os dez no Brasil com maior percentual de população economicamente ativa recebendo de R$ 1 a R$ 127,50 mensais. Essa faixa de renda inclui as pessoas que vivem na extrema pobreza, ou seja, ganhando até R$ 70 mensais. O Maranhão é o estado que tem proporcionalmente a maior concentração de pessoas em condições extremas de pobreza. Da população de 6,5 milhões de habitantes, 1,7 milhão está abaixo da linha de miséria (ganham até R$ 70 por mês). Isso representa 25,7% dos habitantes – mais que o triplo da média do país, que é de 8,5%.



Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados com exclusividade ao Jornal Pequeno, apontam que o Maranhão é o estado brasileiro que apresenta o maior número de municípios no ranking das 201 cidades com mais pessoas ganhando mensalmente até 1/4 do salário mínimo (R$ 127,50, considerando-se o mínimo de R$ 510 à época da pesquisa). O estado tem 51 municípios ranqueados, sendo que três deles – Belágua, Fernando Falcão e Milagres do Maranhão – estão entre os dez no Brasil com maior percentual de população economicamente ativa recebendo de R$ 1 a R$ 127,50 mensais. Essa faixa de renda inclui as pessoas que vivem na extrema pobreza, ou seja, ganhando até R$ 70 mensais. O Maranhão é o estado que tem proporcionalmente a maior concentração de pessoas em condições extremas de pobreza. Da população de 6,5 milhões de habitantes, 1,7 milhão está abaixo da linha de miséria (ganham até R$ 70 por mês). Isso representa 25,7% dos habitantes – mais que o triplo da média do país, que é de 8,5%.






Flavio Dino est nommé président d’Embratur, l'organisme de promotion du Brésil sur le marché international. Il devra poursuivre le développement du tourisme brésilien à l’étranger, notamment en vue de la Coupe du Monde de foot en 2014 et les Jeux Olympiques d’été en 2016.

Anciennement juge fédéral et député fédéral de l’état de Maranhão, Flavio Dino, 43 ans, va mettre au profit de la promotion du Brésil à l’international ses années d’expérience juridique et politique au service du Brésil. Il a pour mission de continuer la mise en place du plan de développement Aquarela lancé en 2010 qui vise à atteindre 10,5 millions de touristes au Brésil d’ici 2020 au Brésil, permettant ainsi de tripler l’entrée de devises dans le pays. Les actions de promotion d’Embratur en 2010 ont déjà engendrés des résultats positifs puisque l’année dernière, le Brésil a accueilli 5,161 millions de touristes étrangers, soit une augmentation de 7,5 % par rapport à 2009 (où 4,802 millions de touristes étaient entrés au Brésil). En 2010, il y a eu 100 000 entrées de plus que durant les trois années précédant la crise financière internationale (2006, 2007 et 2008).


Depois de Ricardo, agora é Cássio que reconhece contribuição de Maranhão em conclusão do Trauma de CG

O senador eleito, Cássio Cunha Lima comentou no seu twitter que participa nesta terça-feira (05) da inauguração do Hospital de Urgência, Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. Revelou que a idealização do hospital foi sua declaração de amor à Campina e reconheceu o mérito do ex-governador José Maranhão na compra dos equipamentos e parcial conclusão da instituição de saúde.

Confira os posts: “Hospital de Urgência, Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes : mais uma declaração de amor a Campina Grande !”.

“A entrega do Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes esta marcada para amanhã as 10 hs. A obra é mais uma proclamação do meu amor a CG”.

“Deixei o hospital praticamente concluído na parte física. Maranhão e RC concluíram a obra e compraram os equipamentos. Mérito de todos”.

Em outros comentários na rede social, Cássio deixa clara um pouco da trajetória da idealização do projeto e início das obras do Hospital de Trauma de CG ainda na sua gestão como Governador.

“A homenagem a Dom Luiz tem uma razão. Na primeira visita que fiz ao então Bispo de CG como Pref. ele me disse : cuide da saúde dos pobres”. “Lembro-me das reuniões que realizei para cobrar e analisar o projeto do Hospital. Das visitas constantes as obras. Da luta por recursos”.

Por fim, o twitteiro agradece o convite de Ricardo Coutinho para que ele comparecesse a inauguração e confirma presença no evento da tarde desta terça-feira em Campina Grande.

“Bom dia. Hoje é um dia feliz para mim. Participarei daqui a pouco da abertura do Hospital de Trauma de CG. Lutei e trabalhei muito por ele”.

“Recebi com muita alegria o convite de @realrcoutinho para a entrega do Hospital de Trauma Dom Luiz amanhã em CG. Estarei presente”.

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Questão ambiental eleva em 10% o custo final de Jirau

O presidente mundial da GDF Suez, Gérard Mestrallet, reclamou ontem que as 32 condicinantes ambientais, exigidos por órgãos do governo na área da hidroelétrica de Jirau, em Rondônia, vão custar US$ 600 milhões, equivalente a 10% do custo da obra estimada em US$ 6 bilhões. E que esse custo extra não foi incluído no cálculo que resultou na tarifa final apresentada no leilão. O executivo disse que "teríamos preferido saber disso antes de entrar no projeto", quando se discutiu a fixação do preço da energia por 35 anos. "Os programas ambientais devem ser detalhados na definição do projeto. Quando o consórcio concorre no preço da eletricidade, leva em conta não apenas o custo da construção, mas de todos os programas. E esses representam agora 10% do custo total", afirmou o executivo.

Mestrallet se diz "convencido" de que grandes construções como Jirau precisam ter programas ambientais, para aceitação pública nacional e internacional, "mas queremos é que sejam aprovados antes, não depois".

Em conversa com o Valor, depois de participar de seminário sobre a economia brasileira, o executivo foi evasivo sobre como os atrasos tanto em Jirau como em Estreito afetariam a rentabilidade do grupo, ainda mais que não conseguiu ainda vender os 30% de energia que serão destinados ao mercado livre a partir de Jirau.

Mestrallet disse que a usina de Estreito funciona, mas não foi formalmente inaugurada. A hidrelétrica fica na divisa dos Estados do Tocantins e Maranhão. E Jirau, quatro vezes maior, deve estar terminada dentro de um ano e meio.

"No momento, Jirau é só despesa, mas desde que funcione vai beneficiar nossa rentabilidade", afirmou. "O desafio é construir no prazo. Quando a totalidade (da energia) for vendida, pelo preço fixado antes, dá enorme visibilidade e incentivo para os operadores participarem desses projetos internacionais."

As obras da usina de Jirau ficaram praticamente paradas por um mês neste ano depois de um tumulto de trabalhadores da usina que terminou com parte do canteiro de obras destruído. Esse atraso pode se tornar significativo em função da janela hidrológica para se fazer o desvio do rio.

O custo da obra, divulgado oficialmente pela Suez no Brasil, já se aproxima de R$ 12 bilhões. Além disso, a Camargo Corrêa reivindica um ajuste no preço do contrato de construção de R$ 1 bilhão. Outra dificuldade enfrentada por Jirau é que a usina corre o risco de ficar pronta antes das linhas de transmissão, que devem escoar a energia produzida. As licenças ambientais foram emitidas recentemente, mas com atraso, dificilmente será possível antecipar o cronograma dessas linhas para atender a demanda de uma antecipação de Jirau.

Mestrallet simplesmente fugiu quando indagado sobre a eventual fusão dos ativos na América latina com a Duke. "No comments", afirmou, e partiu em direção ao carro, rindo. A GDF Suez até agora disse que não comenta rumores e o principal executivo da Duke nos Estados Unidos recentemente também saiu pela tangente, dizendo que não está vendendo ativos. E não está mesmo. Está fazendo uma fusão, como noticiou o Valor. (Colaborou Josette Goulart, de São Paulo)

Artistas

Defensoria entra com Ação Civil Pública contra a prefeitura

Juiz tem 48h para conceder liminar intimando o executivo
A Defensoria entrou com uma Ação Civil Pública contra a prefeitura de Ribeirão Preto nesta quinta-feira (7) exigindo melhores condições de moradia às 250 famílias que foram retiradas da favela localizada no Jardim Aeroporto, em Ribeirão Preto.

De acordo com o defensor Paulo Fernando de Andrade Giostri, autor da ação – juntamente com o defensor Aluísio Ruggeri Ré –, existe uma lista de exigências a serem cumpridas pelo executivo:

1 – Que coloque as pessoas desalojadas na escola municipal mais próxima dos fatos e, se preciso, as deixarem no local por até 30 dias;

2 – Ofereça um serviço de recadastramento, a fim de auxiliar àqueles que perderam os documentos pessoais durante a reintegração de posse;

3 – Conceda às famílias o acesso imediato aos bens que foram recolhidos durante a ação policial e deixados em um galpão particular;

4 – Disponibilize residências provisórias para essas pessoas; ou então que pague um aluguel social;

5 – Faça o cadastramento dessas pessoas para que elas tenham acesso a programas habitacionais, sem precisar entrar em sorteios;

6 – Em um prazo de seis meses, coloque essas famílias em imóveis já construídos;

Assim que a liminar for concedida, a prefeitura terá de executar as tarefas imediatamente, já que existe uma multa estipulada em R$ 1 mil por hora em caso de negligência.

Confira imagens da reintegração de posse

Segundo o defensor Paulo Fernando de Andrade Giostri, falta um programa de habitação às classes menos favorecidas. “Agir com essa violência extrema é uma consequência. Por que essas pessoas estavam lá? Por que elas não têm uma moradia digna? A prefeitura foi omissa ao deixar essas famílias nessas condições. A produção de habitação de interesse da população é muito restrita”, declarou.

Ainda sobre a falta de moradias, Paulo Fernando de Andrade Giostri alerta para um problema que, segundo ele, é bem maior. “Essas pessoas vieram do Maranhão, do Piauí e de outros cantos do país para trabalhar nos canaviais. Com a mecanização, eles tiveram que migrar do campo para as construções. Ou seja, eles constroem grandes obras e não possuem moradia”, afirmou.

Procurada pela reportagem do EP Ribeirão, a prefeitura afirmou, por meio da assessoria de imprensa que, enquanto não for notificada oficialmente, não haverá nenhum posicionamento.
Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados com exclusividade ao Jornal Pequeno, apontam que o Maranhão é o estado brasileiro que apresenta o maior número de municípios no ranking das 201 cidades com mais pessoas ganhando mensalmente até 1/4 do salário mínimo (R$ 127,50, considerando-se o mínimo de R$ 510 à época da pesquisa). O estado tem 51 municípios ranqueados, sendo que três deles – Belágua, Fernando Falcão e Milagres do Maranhão – estão entre os dez no Brasil com maior percentual de população economicamente ativa recebendo de R$ 1 a R$ 127,50 mensais. Essa faixa de renda inclui as pessoas que vivem na extrema pobreza, ou seja, ganhando até R$ 70 mensais. O Maranhão é o estado que tem proporcionalmente a maior concentração de pessoas em condições extremas de pobreza. Da população de 6,5 milhões de habitantes, 1,7 milhão está abaixo da linha de miséria (ganham até R$ 70 por mês). Isso representa 25,7% dos habitantes – mais que o triplo da média do país, que é de 8,5%.



Dados do Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados com exclusividade ao Jornal Pequeno, apontam que o Maranhão é o estado brasileiro que apresenta o maior número de municípios no ranking das 201 cidades com mais pessoas ganhando mensalmente até 1/4 do salário mínimo (R$ 127,50, considerando-se o mínimo de R$ 510 à época da pesquisa). O estado tem 51 municípios ranqueados, sendo que três deles – Belágua, Fernando Falcão e Milagres do Maranhão – estão entre os dez no Brasil com maior percentual de população economicamente ativa recebendo de R$ 1 a R$ 127,50 mensais. Essa faixa de renda inclui as pessoas que vivem na extrema pobreza, ou seja, ganhando até R$ 70 mensais. O Maranhão é o estado que tem proporcionalmente a maior concentração de pessoas em condições extremas de pobreza. Da população de 6,5 milhões de habitantes, 1,7 milhão está abaixo da linha de miséria (ganham até R$ 70 por mês). Isso representa 25,7% dos habitantes – mais que o triplo da média do país, que é de 8,5%.





Brésil : un nouveau président à la tête d'Embratur


Flavio Dino est nommé président d’Embratur, l'organisme de promotion du Brésil sur le marché international. Il devra poursuivre le développement du tourisme brésilien à l’étranger, notamment en vue de la Coupe du Monde de foot en 2014 et les Jeux Olympiques d’été en 2016.

Anciennement juge fédéral et député fédéral de l’état de Maranhão, Flavio Dino, 43 ans, va mettre au profit de la promotion du Brésil à l’international ses années d’expérience juridique et politique au service du Brésil. Il a pour mission de continuer la mise en place du plan de développement Aquarela lancé en 2010 qui vise à atteindre 10,5 millions de touristes au Brésil d’ici 2020 au Brésil, permettant ainsi de tripler l’entrée de devises dans le pays. Les actions de promotion d’Embratur en 2010 ont déjà engendrés des résultats positifs puisque l’année dernière, le Brésil a accueilli 5,161 millions de touristes étrangers, soit une augmentation de 7,5 % par rapport à 2009 (où 4,802 millions de touristes étaient entrés au Brésil). En 2010, il y a eu 100 000 entrées de plus que durant les trois années précédant la crise financière internationale (2006, 2007 et 2008).

TRAUMA DE CG: Cássio reconhece contribuição de Maranhão


Depois de Ricardo, agora é Cássio que reconhece contribuição de Maranhão em conclusão do Trauma de CG

O senador eleito, Cássio Cunha Lima comentou no seu twitter que participa nesta terça-feira (05) da inauguração do Hospital de Urgência, Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande. Revelou que a idealização do hospital foi sua declaração de amor à Campina e reconheceu o mérito do ex-governador José Maranhão na compra dos equipamentos e parcial conclusão da instituição de saúde.

Confira os posts: “Hospital de Urgência, Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes : mais uma declaração de amor a Campina Grande !”.

“A entrega do Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes esta marcada para amanhã as 10 hs. A obra é mais uma proclamação do meu amor a CG”.

“Deixei o hospital praticamente concluído na parte física. Maranhão e RC concluíram a obra e compraram os equipamentos. Mérito de todos”.

Em outros comentários na rede social, Cássio deixa clara um pouco da trajetória da idealização do projeto e início das obras do Hospital de Trauma de CG ainda na sua gestão como Governador.

“A homenagem a Dom Luiz tem uma razão. Na primeira visita que fiz ao então Bispo de CG como Pref. ele me disse : cuide da saúde dos pobres”. “Lembro-me das reuniões que realizei para cobrar e analisar o projeto do Hospital. Das visitas constantes as obras. Da luta por recursos”.

Por fim, o twitteiro agradece o convite de Ricardo Coutinho para que ele comparecesse a inauguração e confirma presença no evento da tarde desta terça-feira em Campina Grande.

“Bom dia. Hoje é um dia feliz para mim. Participarei daqui a pouco da abertura do Hospital de Trauma de CG. Lutei e trabalhei muito por ele”.

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