Pelo menos três deputados federais foram flagrados em ligações suspeitas com integrantes do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão investigado na operação Miqueias, da Polícia Federal.

A PF solicitou que o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República abram investigação para apurar a possível participação de autoridades com foro privilegiado

Na terça-feira (1º), a Justiça Federal decidiu remeter a operação Miqueias ao Supremo, a quem cabe decidir se os deputados serão ou não investigados.

Segundo a decisão da Justiça, os deputados Waldir Maranhão (PP-MA) e Eduardo Gomes (PSDB-TO), "dentre outros", aparecem em conversas telefônicas com o doleiro suspeito de comandar o esquema que movimentou R$ 300 milhões em 18 meses. A PF também pediu investigação contra o deputado federal David Alcolumbre (DEM-AP), que admite ter falado com o doleiro apontado como um dos chefes do esquema dentro da Câmara dos Deputados.

Além das conversas telefônicas, a PF identificou valores lançados numa agenda do doleiro Fayed Traboulsi que levantou a suspeita de pagamentos de comissão. O nome do deputado Eduardo Gomes, atual secretário de esporte de Tocantins, aparece ao lado de valores, por exemplo.

Apesar de destacar que os deputados "em momento algum assumiram a posição de investigados" até o momento, a PF identificou provas "que apontam para o possível envolvimento desses parlamentares federais com os objetivos da organização investigada", nas palavras do desembargador Cândido Ribeiro. Por isso, ele determinou a remessa imediata das investigações ao STF.

A decisão do desembargador surpreendeu tanto a PF quanto o Ministério Público Federal, que apostavam no desmembramento da operação, ou seja, o envio apenas das informações sobre investigados que têm foro privilegiado.

Além dos dois deputados, há suspeita de participação de pelo menos um governador, cujo nome é mantido sob sigilo, prefeitos e até funcionários da Presidência da República e do Ministério da Previdência, estes já exonerados de seus cargos.

David Alcolumbre nega qualquer ilegalidade, mas admite que conversou com o doleiro "umas três vezes", entre elas na própria Câmara dos Deputados. "Conversei sobre política, sobre meu Estado e a relação com o Congresso. Não tenho relação nenhuma com o que a polícia investigou", disse o deputado, dizendo que um dos encontros foi no "cafezinho" da Câmara e outro na entrada do Congresso conhecida como "chapelaria".

Eduardo Gomes admitiu "conhecer socialmente" o doleiro há muitos anos, mas negou ter participado de qualquer atividade ilegal.

Gomes disse que Fayed o procurou e pediu indicação de prefeitos para oferecer fundos de investimentos. "Os prefeitos fizeram reunião com representantes da empresa de Fayed mas não fecharam nenhum negócio com ele. Eu não tinha nenhum tipo de desconfiança de que pudesse se tratar de uma atividade investigada por suspeita de ilegalidade", afirmou Gomes, que nega ter recebido qualquer valor para intermediar os encontros.

As investigações apontam que a quadrilha oferecia vantagens indevidas a prefeitos e gestores de previdências municipais para que eles investissem em fundos suspeitos, agora alvo da PF.

"De fato, variados diálogos interceptados indicam um estreito vinculo dos lideres da organização criminosa com prefeitos. Em vários áudios ficou evidente que o local onde funciona a Invista Investimentos e constantemente frequentado por gestores municipais", diz relatório da PF ao transcrever áudio no qual Eduardo Gomes fala com Fayed.

Na conversa, gravada em outubro de 2012, Gomes avisa que já está chegando e que o prefeito de uma cidade do interior de Tocantins está indo em outro carro. Eduardo diz que participou de reuniões para apresentar "dois ou três prefeitos", mas reitera que não fez nada irregular.
 
(Marciel Lima )

 A Justiça do Acre negou 36 pedidos de ressarcimento a divulgadores da Telexfree , como são chamados os associados do negócio suspeito de ser uma pirâmide financeira. As solicitações foram enviadas por 15 juízes de oito Estados. O objetivo é garantir pagamentos antecipados – e maiores – do que os previstos na ação movida pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a empresa.

As negativas – reveladas pelo iG na semana passada – foram oficializadas na última sexta-feira (27), com a publicação de despacho de Thaís Khalil , juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco pela liminar (decisão provisória) que bloqueou as atividades da Telexfree há 104 dias.

O MP-AC acusa a Telexfree de ser uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão pagas pelos divulgadores. Eles eram atraídos para o negócio com a promessa de lucrarem com a revenda de pacotes de telefonia VoIP, publicação de anúncios na internet e recrutamento de mais gente para a rede.

Os representantes da Telexfree negam irregularidades, argumentam que o faturamento da empresa vem da venda dos pacotes VoIP e que praticam marketing multinível .

Coletivo primeiro A juíza Thaís negou os pedidos por entender que isso poderia prejudicar o rateio que o Ministério Público do Acre (MP-AC) quer que seja feito com as verbas da Telexfree e dos donos da empresa, caso eles venham a ser condenados na ação coletiva movida pelos promotores.

Nessa ação, que ainda não tem data para ser jugada, o MP-AC pede que a Telexfree seja obrigada a devolver o investimento feito pelos divulgadores no negócio. O dinheiro que eventualmente sobrar após essa fase será usado para pagar as bonificações prometidas pelas empresa. É provável, porém, que não haja sequer dinheiro suficientes para ressarcir o investimento feito por todos.

Estima-se que o congelamento tenha conseguido alcançar cerca de R$ 600 milhões que estão nas contas da Telexfree e de seus sócios. A empresa tem cerca de 1 milhão de associados no Brasil e segundo o seu diretor, Carlos Costa, deve R$ 230 milhões a um conjunto não especificado deles.

Para tentar se adiantar ao julgamento da ação coletiva e obter valores mais expressivos – além das taxas de adesão pagas, as bonificações prometidas e indenizações por dano moral –, alguns divulgadores têm entrado com processos individuais. No fim de julho, cerca de um mês após o bloqueio, já havia 176 ações em tramitação , nas quais os divulgadores pediam R$ 2,8 milhões.

Alguns conseguiram decisões favoráveis, como um advogado de Rondonópolis (MT) que obteve uma liminar no valor de R$ 101 mil. Nesse caso, a juíza responsável pela ação determinou que o dinheiro fosse transferido para uma conta de Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) ou que o crédito do advogado fosse anotado no processo que corre no Acre.

Fim da fila

Na decisão publicada na sexta-feira (27), a juíza Thaís argumenta que disponibilizar o dinheiro imediatamente poderia prejudicar “ou até mesmo inviabilizar” o rateio previsto pela ação coletiva. Por isso, só haverá disponibilização de dinheiro das ações individuais se sobrar algum após essa primeira fase. Nesse caso, será seguida a ordem cronológica de solicitação.

“Esta garantia [ os bens bloqueados na liminar ] goza de preferência sobre as demais, vinculadas a outros juízos. Sendo assim, deve-se aguardar o resultado da ação principal”, escreveu a juíza.

A juíza Thaís também reafirmou que os divulgadores que tinham conhecimento da ação coletiva e mesmo assim optaram por um processo individual devem pedir a suspensão desse último para participar do rateio coletivo. Do contrário, serão excluídos e ficarão para o fim da fila.



com IG

Um homem de 55 anos foi preso suspeito de ter abusado sexualmente das quatro filhas em Belém, Pará. O Conselho Tutelar acionou a polícia depois que vizinhos fizeram denúncias. 
Agentes encontraram as crianças, a menor com sete anos, dormindo no telhado da casa. Elas afirmaram que tentavam fugir dos abusos do pai. Uma adolescente, com 16 anos, tem uma filha de três anos que seria do suspeito. 

O homem negou na delegacia e disse que não é pai do neto. A polícia informou que fará um exame de DNA na criança e que as vítimas passarão por exames de corpo delito para investigar se ocorreram os estupros. 

O suspeito foi indiciado em flagrante por estupro de vulnerável e mãe também foi detida e responderá por coautoria. Ela teria conhecimento dos abusos e nunca denunciou o marido.

R7

Ela foi presa depois que os corpos dos bebês foram encontrados por seu pai.

 Mulher mata seus dois filhos bebês  Foto: Divulgação
Bizarro: Mãe mata seus dois bebês para ir a clube de swingUma ninfomaníaca alemã está sendo acusada de matar seus dois filhos recém-nascidos para que pudesse ir a um clube de swing. Ela foi presa depois que os corpos dos bebês foram encontrados por seu pai.
Steffie Koppers, de 24 anos, se gabava no Facebook pelas visitas que fazia ao clube, chamado Swingerclub Kali. “Estamos em três simpáticas senhoras, mas queremos homens e não tem nenhum aqui”, dizia na rede social.
A polícia acredita que Koppers tenha engravidado dos filhos no próprio local. Ela morava em uma fazenda com seu pai.
Um dos filhos teria sido morto em novembro do ano passado, e já teria sido reduzido a um esqueleto ao ser encontrado. O outro estava embrulhado em uma folha.
O pai de Koppers telefonou para a polícia imediatamente após encontrar os cadáveres. Ele comentou que a filha admitiu o que aconteceu, mas não foi capaz de dizer o motivo para a ação. Mesmo assim, autoridades garantem que ela estava viciada em ir ao clube, e não queria que os bebês a incomodassem.

FONTE: techmestre

Imagens do dia - 26 de setembro de 2013

Gnu salta a uma altura de 2 metros tentando evitar o ataque de uma leoa faminta na reserva de Kariega, na África do Sul. A cena impressionante ocorreu em frente a encarregados de caça da reserva, que viram o gnu fugir após o pulo diante do perigo.


Carreta foi cercada e interceptada por oito bandidos na altura do Parque Beira-Mar

DIEGO VALDEVINO
RIo - Policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) recuperaram, no final da noite desta quarta-feira, uma carreta que transportava aparelhos eletrônicos. O motorista do veículo, que pertence a uma empresa paulista, foi rendido por uma quadrilha de oito bandidos às margens da Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele ficou em poder dos criminosos por cerca de 30 minutos, segundo PMs. Duas pessoas foram presas.
A carreta foi cercada e interceptada pela quadrilha na altura do Parque Beira-Mar. Um Gol preto, com pelo menos seis homens, dava cobertura a outros dois suspeitos, que seriam contratados para desarmar o rastreador do veículo e outro para conduzir a carreta.
Caminhão foi recuperado pela PM e dois suspeitos presos
Foto:  Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Ao estacionar no acostamento da rodovia para desarmar o bloqueador do caminhão, eles foram surpreendidos por militares que faziam patrulhamento e desconfiaram do grupo. Após avistar os policiais, o bando efetuou pelo menos dois disparos. De acordo com os PMs, não houve confronto e ninguém ficou ferido. Seis criminosos conseguiram fugir.
"Quando percebemos a ação do bando eles atiraram em nossa direção, mas por sorte não fomos atingidos. O motorista do carreta foi rendido e ficou por um tempo dentro do carro escuro e depois foi liberado. Ele ligou para a empresa e comunicou o roubo. Acredito que desarticulamos uma quadrilha que costuma roubar cargas na rodovia", lembrou o sargento Magno, do batalhão de Duque de Caxias.
Ainda segundo ele, durante o tempo em que o motorista ficou em poder dos criminosos, ele foi ameaçado e permaneceu com a cabeça baixa.
Alan de Souza Campos Cordeiro (à esquerda) e Renato Alves da Costa
Foto:  Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Com Alan de Souza Campos Cordeiro, de 30 anos, que seria contratado para dirigir a carreta e Renato Alves da Costa, 31, que segundo policiais é especialista em desarmar rastreadores da carretas, foram encontrados uma mochila com ferramentas, como alicates e chaves de fenda, além de bebidas energéticas.
"Apenas recebi uma proposta para conduzir a carreta", tentou se defender Alan de Souza.
Segundo o motorista do veículo, que ainda estava bastante assustado na delegacia, a carreta iria para a Pavuna, na Zona Norte do Rio.
De acordo com o delegado assistente da 62ª DP (Imbariê), Aglausio Batista, a dupla será indiciada por roubo, concurso de agentes (quando várias pessoas participam para a realização de uma infração penal) e emprego de arma de fogo.
A Polícia Civil acredita que a carga, avaliada em R$ 500 mil, seria negociada no comércio clandestino. O caso será investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas.

Fonte: O Dia

Suspeito ainda disse na delegacia que teve vontade de comer o fígado da vítima

R7


Um jovem de 18 anos é suspeito de ter assassinado um homem no município de Araçagí, a 64 km de João Pessoa, no Brejo da Paraíba, na última segunda-feira (23). Ele teria cometido o crime a pedido da namorada, uma adolescente de 16 anos, como uma ‘prova de amor’. Na delegacia, ele confessou o crime e ainda disse ao delegado que sentiu vontade de comer o fígado da vítima.



Segundo o delegado Walter Brandão, o suspeito admitiu que esfaqueou a vítima, de 27 anos, e depois enterrou o homem ainda vivo. A namorada teria dito que seria uma ‘prova de amor’ vê-lo matando uma pessoa por ela.  


— Ele ainda disse que deu vontade de comer o fígado do rapaz.


A vítima foi identificada como Aguinaldo Melo, de 27 anos. Ele foi até a residência onde o casal mora para comprar um frango. A adolescente teria dito ao namorado que o homem tentou abusa-la sexualmente e o jovem desferiu uma facada na barriga e outra no pescoço. A polícia recebeu uma denúncia anônima de que um corpo teria sido enterrado no quintal da casa.

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Operação da Polícia Federal investiga deputado Waldir Maranhão

Pelo menos três deputados federais foram flagrados em ligações suspeitas com integrantes do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão investigado na operação Miqueias, da Polícia Federal.

A PF solicitou que o Supremo Tribunal Federal e a Procuradoria-Geral da República abram investigação para apurar a possível participação de autoridades com foro privilegiado

Na terça-feira (1º), a Justiça Federal decidiu remeter a operação Miqueias ao Supremo, a quem cabe decidir se os deputados serão ou não investigados.

Segundo a decisão da Justiça, os deputados Waldir Maranhão (PP-MA) e Eduardo Gomes (PSDB-TO), "dentre outros", aparecem em conversas telefônicas com o doleiro suspeito de comandar o esquema que movimentou R$ 300 milhões em 18 meses. A PF também pediu investigação contra o deputado federal David Alcolumbre (DEM-AP), que admite ter falado com o doleiro apontado como um dos chefes do esquema dentro da Câmara dos Deputados.

Além das conversas telefônicas, a PF identificou valores lançados numa agenda do doleiro Fayed Traboulsi que levantou a suspeita de pagamentos de comissão. O nome do deputado Eduardo Gomes, atual secretário de esporte de Tocantins, aparece ao lado de valores, por exemplo.

Apesar de destacar que os deputados "em momento algum assumiram a posição de investigados" até o momento, a PF identificou provas "que apontam para o possível envolvimento desses parlamentares federais com os objetivos da organização investigada", nas palavras do desembargador Cândido Ribeiro. Por isso, ele determinou a remessa imediata das investigações ao STF.

A decisão do desembargador surpreendeu tanto a PF quanto o Ministério Público Federal, que apostavam no desmembramento da operação, ou seja, o envio apenas das informações sobre investigados que têm foro privilegiado.

Além dos dois deputados, há suspeita de participação de pelo menos um governador, cujo nome é mantido sob sigilo, prefeitos e até funcionários da Presidência da República e do Ministério da Previdência, estes já exonerados de seus cargos.

David Alcolumbre nega qualquer ilegalidade, mas admite que conversou com o doleiro "umas três vezes", entre elas na própria Câmara dos Deputados. "Conversei sobre política, sobre meu Estado e a relação com o Congresso. Não tenho relação nenhuma com o que a polícia investigou", disse o deputado, dizendo que um dos encontros foi no "cafezinho" da Câmara e outro na entrada do Congresso conhecida como "chapelaria".

Eduardo Gomes admitiu "conhecer socialmente" o doleiro há muitos anos, mas negou ter participado de qualquer atividade ilegal.

Gomes disse que Fayed o procurou e pediu indicação de prefeitos para oferecer fundos de investimentos. "Os prefeitos fizeram reunião com representantes da empresa de Fayed mas não fecharam nenhum negócio com ele. Eu não tinha nenhum tipo de desconfiança de que pudesse se tratar de uma atividade investigada por suspeita de ilegalidade", afirmou Gomes, que nega ter recebido qualquer valor para intermediar os encontros.

As investigações apontam que a quadrilha oferecia vantagens indevidas a prefeitos e gestores de previdências municipais para que eles investissem em fundos suspeitos, agora alvo da PF.

"De fato, variados diálogos interceptados indicam um estreito vinculo dos lideres da organização criminosa com prefeitos. Em vários áudios ficou evidente que o local onde funciona a Invista Investimentos e constantemente frequentado por gestores municipais", diz relatório da PF ao transcrever áudio no qual Eduardo Gomes fala com Fayed.

Na conversa, gravada em outubro de 2012, Gomes avisa que já está chegando e que o prefeito de uma cidade do interior de Tocantins está indo em outro carro. Eduardo diz que participou de reuniões para apresentar "dois ou três prefeitos", mas reitera que não fez nada irregular.
 
(Marciel Lima )

Telexfree: Justiça nega 36 pedidos de devolução de verbas a divulgadores do país

 A Justiça do Acre negou 36 pedidos de ressarcimento a divulgadores da Telexfree , como são chamados os associados do negócio suspeito de ser uma pirâmide financeira. As solicitações foram enviadas por 15 juízes de oito Estados. O objetivo é garantir pagamentos antecipados – e maiores – do que os previstos na ação movida pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a empresa.

As negativas – reveladas pelo iG na semana passada – foram oficializadas na última sexta-feira (27), com a publicação de despacho de Thaís Khalil , juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco pela liminar (decisão provisória) que bloqueou as atividades da Telexfree há 104 dias.

O MP-AC acusa a Telexfree de ser uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão pagas pelos divulgadores. Eles eram atraídos para o negócio com a promessa de lucrarem com a revenda de pacotes de telefonia VoIP, publicação de anúncios na internet e recrutamento de mais gente para a rede.

Os representantes da Telexfree negam irregularidades, argumentam que o faturamento da empresa vem da venda dos pacotes VoIP e que praticam marketing multinível .

Coletivo primeiro A juíza Thaís negou os pedidos por entender que isso poderia prejudicar o rateio que o Ministério Público do Acre (MP-AC) quer que seja feito com as verbas da Telexfree e dos donos da empresa, caso eles venham a ser condenados na ação coletiva movida pelos promotores.

Nessa ação, que ainda não tem data para ser jugada, o MP-AC pede que a Telexfree seja obrigada a devolver o investimento feito pelos divulgadores no negócio. O dinheiro que eventualmente sobrar após essa fase será usado para pagar as bonificações prometidas pelas empresa. É provável, porém, que não haja sequer dinheiro suficientes para ressarcir o investimento feito por todos.

Estima-se que o congelamento tenha conseguido alcançar cerca de R$ 600 milhões que estão nas contas da Telexfree e de seus sócios. A empresa tem cerca de 1 milhão de associados no Brasil e segundo o seu diretor, Carlos Costa, deve R$ 230 milhões a um conjunto não especificado deles.

Para tentar se adiantar ao julgamento da ação coletiva e obter valores mais expressivos – além das taxas de adesão pagas, as bonificações prometidas e indenizações por dano moral –, alguns divulgadores têm entrado com processos individuais. No fim de julho, cerca de um mês após o bloqueio, já havia 176 ações em tramitação , nas quais os divulgadores pediam R$ 2,8 milhões.

Alguns conseguiram decisões favoráveis, como um advogado de Rondonópolis (MT) que obteve uma liminar no valor de R$ 101 mil. Nesse caso, a juíza responsável pela ação determinou que o dinheiro fosse transferido para uma conta de Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) ou que o crédito do advogado fosse anotado no processo que corre no Acre.

Fim da fila

Na decisão publicada na sexta-feira (27), a juíza Thaís argumenta que disponibilizar o dinheiro imediatamente poderia prejudicar “ou até mesmo inviabilizar” o rateio previsto pela ação coletiva. Por isso, só haverá disponibilização de dinheiro das ações individuais se sobrar algum após essa primeira fase. Nesse caso, será seguida a ordem cronológica de solicitação.

“Esta garantia [ os bens bloqueados na liminar ] goza de preferência sobre as demais, vinculadas a outros juízos. Sendo assim, deve-se aguardar o resultado da ação principal”, escreveu a juíza.

A juíza Thaís também reafirmou que os divulgadores que tinham conhecimento da ação coletiva e mesmo assim optaram por um processo individual devem pedir a suspensão desse último para participar do rateio coletivo. Do contrário, serão excluídos e ficarão para o fim da fila.



com IG

Pai é suspeito de abusar das filhas e engravidar uma delas

Um homem de 55 anos foi preso suspeito de ter abusado sexualmente das quatro filhas em Belém, Pará. O Conselho Tutelar acionou a polícia depois que vizinhos fizeram denúncias. 
Agentes encontraram as crianças, a menor com sete anos, dormindo no telhado da casa. Elas afirmaram que tentavam fugir dos abusos do pai. Uma adolescente, com 16 anos, tem uma filha de três anos que seria do suspeito. 

O homem negou na delegacia e disse que não é pai do neto. A polícia informou que fará um exame de DNA na criança e que as vítimas passarão por exames de corpo delito para investigar se ocorreram os estupros. 

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Bizarro: Mãe mata seus dois bebês para ir a clube de swing

Ela foi presa depois que os corpos dos bebês foram encontrados por seu pai.

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Bizarro: Mãe mata seus dois bebês para ir a clube de swingUma ninfomaníaca alemã está sendo acusada de matar seus dois filhos recém-nascidos para que pudesse ir a um clube de swing. Ela foi presa depois que os corpos dos bebês foram encontrados por seu pai.
Steffie Koppers, de 24 anos, se gabava no Facebook pelas visitas que fazia ao clube, chamado Swingerclub Kali. “Estamos em três simpáticas senhoras, mas queremos homens e não tem nenhum aqui”, dizia na rede social.
A polícia acredita que Koppers tenha engravidado dos filhos no próprio local. Ela morava em uma fazenda com seu pai.
Um dos filhos teria sido morto em novembro do ano passado, e já teria sido reduzido a um esqueleto ao ser encontrado. O outro estava embrulhado em uma folha.
O pai de Koppers telefonou para a polícia imediatamente após encontrar os cadáveres. Ele comentou que a filha admitiu o que aconteceu, mas não foi capaz de dizer o motivo para a ação. Mesmo assim, autoridades garantem que ela estava viciada em ir ao clube, e não queria que os bebês a incomodassem.

FONTE: techmestre

Gnu salta a uma altura de 2 metros tentando evitar o ataque de uma leoa faminta

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Gnu salta a uma altura de 2 metros tentando evitar o ataque de uma leoa faminta na reserva de Kariega, na África do Sul. A cena impressionante ocorreu em frente a encarregados de caça da reserva, que viram o gnu fugir após o pulo diante do perigo.


Dupla é presa acusada de tentar roubar caminhão

Carreta foi cercada e interceptada por oito bandidos na altura do Parque Beira-Mar

DIEGO VALDEVINO
RIo - Policiais do 15º BPM (Duque de Caxias) recuperaram, no final da noite desta quarta-feira, uma carreta que transportava aparelhos eletrônicos. O motorista do veículo, que pertence a uma empresa paulista, foi rendido por uma quadrilha de oito bandidos às margens da Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele ficou em poder dos criminosos por cerca de 30 minutos, segundo PMs. Duas pessoas foram presas.
A carreta foi cercada e interceptada pela quadrilha na altura do Parque Beira-Mar. Um Gol preto, com pelo menos seis homens, dava cobertura a outros dois suspeitos, que seriam contratados para desarmar o rastreador do veículo e outro para conduzir a carreta.
Caminhão foi recuperado pela PM e dois suspeitos presos
Foto:  Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Ao estacionar no acostamento da rodovia para desarmar o bloqueador do caminhão, eles foram surpreendidos por militares que faziam patrulhamento e desconfiaram do grupo. Após avistar os policiais, o bando efetuou pelo menos dois disparos. De acordo com os PMs, não houve confronto e ninguém ficou ferido. Seis criminosos conseguiram fugir.
"Quando percebemos a ação do bando eles atiraram em nossa direção, mas por sorte não fomos atingidos. O motorista do carreta foi rendido e ficou por um tempo dentro do carro escuro e depois foi liberado. Ele ligou para a empresa e comunicou o roubo. Acredito que desarticulamos uma quadrilha que costuma roubar cargas na rodovia", lembrou o sargento Magno, do batalhão de Duque de Caxias.
Ainda segundo ele, durante o tempo em que o motorista ficou em poder dos criminosos, ele foi ameaçado e permaneceu com a cabeça baixa.
Alan de Souza Campos Cordeiro (à esquerda) e Renato Alves da Costa
Foto:  Osvaldo Praddo / Agência O Dia
Com Alan de Souza Campos Cordeiro, de 30 anos, que seria contratado para dirigir a carreta e Renato Alves da Costa, 31, que segundo policiais é especialista em desarmar rastreadores da carretas, foram encontrados uma mochila com ferramentas, como alicates e chaves de fenda, além de bebidas energéticas.
"Apenas recebi uma proposta para conduzir a carreta", tentou se defender Alan de Souza.
Segundo o motorista do veículo, que ainda estava bastante assustado na delegacia, a carreta iria para a Pavuna, na Zona Norte do Rio.
De acordo com o delegado assistente da 62ª DP (Imbariê), Aglausio Batista, a dupla será indiciada por roubo, concurso de agentes (quando várias pessoas participam para a realização de uma infração penal) e emprego de arma de fogo.
A Polícia Civil acredita que a carga, avaliada em R$ 500 mil, seria negociada no comércio clandestino. O caso será investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas.

Fonte: O Dia

Namorado enterra homem vivo

Suspeito ainda disse na delegacia que teve vontade de comer o fígado da vítima

R7


Um jovem de 18 anos é suspeito de ter assassinado um homem no município de Araçagí, a 64 km de João Pessoa, no Brejo da Paraíba, na última segunda-feira (23). Ele teria cometido o crime a pedido da namorada, uma adolescente de 16 anos, como uma ‘prova de amor’. Na delegacia, ele confessou o crime e ainda disse ao delegado que sentiu vontade de comer o fígado da vítima.



Segundo o delegado Walter Brandão, o suspeito admitiu que esfaqueou a vítima, de 27 anos, e depois enterrou o homem ainda vivo. A namorada teria dito que seria uma ‘prova de amor’ vê-lo matando uma pessoa por ela.  


— Ele ainda disse que deu vontade de comer o fígado do rapaz.


A vítima foi identificada como Aguinaldo Melo, de 27 anos. Ele foi até a residência onde o casal mora para comprar um frango. A adolescente teria dito ao namorado que o homem tentou abusa-la sexualmente e o jovem desferiu uma facada na barriga e outra no pescoço. A polícia recebeu uma denúncia anônima de que um corpo teria sido enterrado no quintal da casa.

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